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Ypê e L’Occitane au Brésil unem forças para uma collab com a participação da Bianca Andrade

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A Ypê, que atua no segmento de higiene e limpeza, celebra 75 anos de história em 2025, e promove uma parceria inédita com a L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira de cuidados pessoais, para o desenvolvimento de dois produtos inéditos em seu portfólio de amaciantes concentrados. Para anunciar o lançamento, as marcas terão a Bianca Andrade, mais conhecida como Boca Rosa, como principal influenciadora da collab.

Os novos produtos chegam ao mercado brasileiro, por tempo limitado, com inspiração em duas fragrâncias da L’Occitane au Brésil: Ninfa das Águas, que possui fragrância de corpo floral transparente, com uma saída de notas aquáticas e um fundo ambarado; e Brésil, com notas cítricas e verdes com um corpo floral de fundo amadeirado.

“A Ypê sempre atenta às demandas do consumidor, inova mais uma vez ao estabelecer essa conexão entre cuidados pessoais com cuidados para casa, por meio de duas marcas fortes” enfatiza Marcela Mariano, CMO da Ypê. “Sabemos que uma collab é mais do que uma ação de marketing, é uma conexão emocional com o público, que já tem afinidade com um ou ambos os produtos envolvidos. Nesta parceria, os amaciantes concentrados da Ypê, reconhecidos por sua eficiência, ganham um toque de sofisticação com fragrâncias inspiradas no Ninfa das Águas e Brésil, da L’Occitane au Brésil”, afirma, Marcela.

Com o objetivo de ampliar a presença da linha de amaciantes concentrados da Ypê e atendendo a busca constante do consumidor por produtos que entreguem um nível de perfumação superior às roupas, a parceria também busca unir a perfumaria fina ao universo da lavanderia, democratizando experiências sensoriais exclusivas com a qualidade e eficiência já reconhecidas da marca.

“A L’Occitane au Brésil nasceu para celebrar o borogodó brasileiro com o toque refinado da perfumaria francesa, propósito este que nos permitiu a criação de fragrâncias realmente diferenciadas dentro da categoria. Pensando em atingir novos consumidores, explorando fragrâncias tão únicas, nos conectamos com esse parceiro que nos ajudará a sair do óbvio: A Ypê. Seguindo também uma tendência de mercado, onde perfumar nossas roupas tem gerado cada vez mais desejo, nasce essa colaboração sensorial inusitada que une beleza e lavanderia! Essa parceria com a Ypê nos permitirá uma enorme experimentação, além de democratizar o contato, talvez de muitos pela primeira vez, com nossa marca franco-brasileira. É uma colaboração que une a expertise da Ypê com a sofisticação surpreendente de L’Occitane au Brésil, reforçando o compromisso de ambas as marcas em proporcionar experiências marcantes e sensoriais para o consumidor brasileiro”finaliza o head of brand strategy & marketing communications at L’OCCITANE Group, André Abramo.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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