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Xbox deve fortalecer o catálogo de exclusivos com jogos da Bethesda

Primeiramente, desde que a Microsoft anunciou que estava comprando a Bethesda, a comunidade gamer ficou ansiosa para o desfecho da negociação. Tanto os jogadores de Xbox, quanto os jogadores de Playstation e PC.
Do mesmo modo, jogadores de todo o mundo estavam na expectativa para saber se os próximos lançamentos da empresa seriam exclusivos do console da Microsoft, ou se seriam jogos multiplataforma.
Contudo, no podcast da Kinda Funny dessa semana, o apresentador Parris, apresentou informações importantes sobre o tema. Segundo Parris, devido as negociações efetuadas antes do início da compra, somente Indiana Jones não será exclusivo do Xbox.
Em outras palavras, os próximos lançamentos da Bethesda serão exclusivos de todo o ecossistema Xbox.
“Você não gasta US $ 7,5 bilhões para adquirir um editor e todas as suas equipes de desenvolvimento e manter as coisas praticamente iguais”, disse Parris, acrescentando que jogos como Starfield, The Elder Scrolls VI e o próximo DOOM, em sua opinião, não serão lançados no Playstation.
Nesse sentido, o insider Klobrille reafirmou o discurso de Parris, dizendo que o anúncio ainda não foi feito devido ao fato de que a aquisição ainda não foi oficialmente concluída.
Ou seja, a tendência é de que a Microsoft anuncie vários exclusivos após a negociação. Que por sua vez, deve ser finalizada em breve.
Dessa forma, o catálogo de jogos exclusivos do Xbox será fortemente ampliado. Sendo assim, munido de novos jogos AAA, a lista de games exclusivos do Xbox deve bater de frente com a Sony.
Tendo em vista que, na geração Xbox One e PS4, a Sony se destacou pelos seus jogos exclusivos. Enquanto o Xbox permaneceu na sombra do Playstation.
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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.
A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.
A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.
O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.
A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.
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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.
O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.
De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.









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