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WhatsApp Pay já está disponível no Brasil, veja como usar

O serviço de pagamentos no WhatsApp, o WhatsApp Pay finalmente chegou ao Brasil.. Através desta nova função, os usuários do aplicativo podem transferir dinheiro para outras pessoas, sem taxas e com a mesma facilidade que enviam uma foto para seus contatos. Lembrando, que os pagamentos para empresas serão ativados no futuro após aprovação.
A nova função chega após colaboração com o Banco Central, com o objetivo de reduzir custos para as pessoa. Com a aprovação do Banco Central, o Facebook Pagamentos do Brasil Ltda, se tornou um iniciador de pagamentos para transferências entre pessoas físicas.
“Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro de maneira segura não poderia ser mais importante neste momento, já que não só diminui a exposição das pessoas à pandemia, mas também as ajuda a se manterem conectadas com entes queridos, expande o acesso a serviços financeiros e possibilita que mais pessoas participem da economia digital”, afirma Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp.
Os pagamentos no WhatsApp são habilitados pelo Facebook Pay, uma forma simples e segura de efetuar pagamentos nos aplicativos do Facebook. As transferências e pagamentos são protegidos por várias camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria em dispositivos compatíveis.
Para começar a usar, as pessoas podem adicionar seu cartão de um banco parceiro, escolher uma pessoa para enviar o dinheiro e clicar para adicionar a transação. Em seguida, o destinatário verá o pagamento direto na conversa com o remetente.
Porém, as pessoas podem enviar até R$ 1.000,00 por transação e receber 20 transações por dia, com um limite de R$ 5.000,00 por mês (os bancos podem estabelecer um limite menor para transações).
Conheça os bancos parceiros
Inicialmente, o serviço será habilitado para usuários com cartões de débito, pré-pago ou combo do Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Next, Nubank, Sicredi e Woop Sicredi, com as bandeiras Visa e Mastercard.
“Nossos clientes poderão fazer pagamentos com a mesma facilidade com que conversam com os amigos e sem pagar nada a mais por isso. Estamos felizes em dar mais esse passo para promover acesso a serviços financeiros digitais descomplicados para todos os brasileiros.” Comentou Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank
Como funciona o WhatsApp Pay
Confira o passo a passo de como utilizar a nova função do mensageiro:
- Toque no ícone de “clipe de papel” (Android) ou “+” (iPhone) e escolha a opção “Pagamento”;
- Adicione o valor e uma mensagem opcional;
- Toque em “Pagar” e coloque o PIN (senha) do Facebook Pay;
- Em seguida, a transação vai aparecer como como se fosse uma mensagem na conversa do WhatsApp, e a pessoa precisa aceitar o pagamento. Depois, o dinheiro cairá na conta dela.
Porém, caso o usuário não tenha habilitado o WhatsApp Pay, uma notificação irá pedir para que a pessoa cadastre o cartão no sistema para receber a transferência. Contudo, isso precisa ser feito em até 2 dias, caso contrário o valor é reembolsado.
Vale ressaltar, que para enviar e receber pagamentos no WhatsApp, as pessoas precisam ter um número de telefone do Brasil. Somente transações dentro do país e em moeda local são autorizadas. Dessa forma, nenhuma taxa será cobrada.
Para mais informações, acesse o site www.whatsapp.com/payments/br.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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mLabs diagnostica ruptura no mercado de mídias sociais

O mercado de marketing digital brasileiro atravessa uma metamorfose sem precedentes, onde o modelo clássico do profissional de social media — focado em métricas de vaidade e execução operacional — está sendo levado à obsolescência. O alerta vem da mLabs, plataforma de gestão de mídias sociais, que consolidou as conclusões da pesquisa “Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais no Brasil”. O estudo, realizado com mais de 4 mil especialistas, mapeia o que a empresa batizou de “Paradoxo de 2026”: um cenário onde o uso massivo de Inteligência Artificial acelera a produção, as empresas exigem resultados financeiros agressivos, mas a remuneração média do setor sofre uma compressão histórica.
De acordo com o levantamento, três forças estruturais pressionam o setor simultaneamente. A primeira é a transformação da produção de conteúdo em commodity pela IA. Com 83% dos profissionais brasileiros já utilizando a tecnologia no cotidiano, produzir textos e vídeos em volume deixou de ser um diferencial competitivo. “Profissionais que ainda operam sob a lógica de pacotes genéricos e execução operacional tendem a perder relevância diante de uma tecnologia que entrega escala com mais eficiência e menor custo”, afirma Rafael Kiso, CMO da mLabs.
A segunda força é a canibalização do mercado. A baixa barreira de entrada atraiu um volume crítico de profissionais sem formação estratégica, gerando uma guerra de preços onde pacotes de publicações são ofertados por valores irrisórios. Dados da pesquisa revelam que 55% dos profissionais cobram até R$ 1.500,00 por seus serviços, enquanto apenas 8% conseguem ultrapassar a faixa de R$ 4.000,00. Segundo Kiso, o que separa esses dois grupos não é o tempo de carreira, mas o nível de maturidade estratégica.
A terceira pressão vem das empresas contratantes, que reduziram drasticamente a tolerância para entregas baseadas apenas em curtidas e alcance. Hoje, a demanda é por impacto direto no faturamento, como geração de leads qualificados e vendas. No entanto, o estudo evidencia um descompasso alarmante: enquanto 63% dos profissionais focam no engajamento, os clientes priorizam resultados de negócio. Esse desalinhamento explica por que 51% dos especialistas admitem dificuldade em entregar resultados reais. “Não se trata de uma mudança incremental, mas de lógica. O profissional que apresenta crescimento de engajamento quando o cliente espera impacto financeiro expõe um problema que não é técnico, mas de percepção de valor. O diferencial competitivo agora passa a ser a capacidade de conectar estratégia, dados e resultado de negócio”, reforça o executivo.
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Sonho de Valsa convoca João Gomes para transformar mensagens de afeto em trilha sonora para os apaixonados

A Sonho de Valsa, marca icônica da Mondelēz Brasil prestes a celebrar seu centenário, anunciou o próximo passo de sua estratégia de brand experience com a nova fase da campanha “Declare-se com Sonho de Valsa”. Desta vez, a marca une forças com o cantor João Gomes para transformar sentimentos em declarações reais, utilizando a tecnologia e o entretenimento para resgatar o gesto de carinho no cotidiano dos brasileiros.
Após um 2025 marcado pela ocupação de espaços públicos — onde a marca cedeu outdoors, anúncios de rádio e até o telão do Estádio Morumbis para pedidos de casamento —, a estratégia de 2026 foca na intimidade digital e na personalização. O projeto, assinado pela agência DAVID, utiliza a voz e a essência romântica de João Gomes para dar vida às histórias enviadas pelo público, conectando a marca a diferentes fases dos relacionamentos, do flerte casual ao compromisso duradouro.
Para Fernanda Verrengia, gerente de marketing de Sonho de Valsa na Mondelēz Brasil, a campanha ataca um gap comportamental da sociedade moderna. “Os pequenos gestos de carinho estão cada vez mais escassos no dia a dia, seja pela falta de tempo, de coragem ou qualquer outra desculpa que costumamos dar para nós mesmos para não expressarmos nossos sentimentos. Mas são justamente esses detalhes que fazem diferença para iniciar ou fortalecer relações. Um gesto simples, como uma mensagem inesperada ou uma demonstração de cuidado, tem o poder de transformar conexões”, comenta Fernanda.
O coração da ativação reside em uma ferramenta de inteligência e automação: por meio de um QR Code nas embalagens ou acesso via Instagram, os consumidores podem criar vídeos personalizados via WhatsApp. Os conteúdos combinam fotos, textos e uma locução exclusiva gravada por João Gomes. Como incentivo extra, o cantor selecionará algumas histórias para gravar mensagens personalizadas, elevando o nível de exclusividade e engajamento da ação.
A estratégia de conteúdo se expande para o Sua Música e o Spotify, com playlists curadas para inspirar os casais. Ully Correa, creative lead da DAVID, destaca que a campanha foi desenhada para ocupar o espaço mais valioso da atenção atual: as conversas privadas. “A DM (Direct Message) virou o espaço mais íntimo das plataformas e, diferente de qualquer outro lugar online, ainda não está nos planos de mídia. A ideia foi entrar ali do jeito que as pessoas já se comunicam nativamente: criando declarações em formato compartilhável. Com João Gomes como escolha criativa, romântico de essência e representação do jeito brasileiro de amar, provamos que uma marca pode estar no lugar mais íntimo das relações, que é na conversa”, afirma Correa.
A amplificação da campanha inclui mídia exterior, inserções em rádio e blitze em pontos de venda nacionalmente. Além disso, a Sonho de Valsa lança uma edição limitada de bombons com frases de amor nas embalagens, incorporando sotaques e expressões regionais para estreitar o laço com consumidores de todas as partes do Brasil.
Com essa integração entre o carisma de um ídolo popular, a facilidade das ferramentas digitais e o simbolismo histórico do produto, a Sonho de Valsa reafirma seu papel como catalisadora de conexões genuínas, provando que um gesto simples pode ser o diferencial em um mundo cada vez mais mediado por telas.








