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Webedia nomeia Marina Croce como Deputy CEO

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A nova estrutura de comando da Webedia Brasil, criada para o desenvolvimento e execução do plano estratégico do grupo para os próximos anos, terá Marina Croce como Deputy CEO. Há cinco anos como responsável pelas questões jurídicas, de M&A e compliance do grupo, a executiva terá papel chave no novo modelo de gestão implementado pelo CEO Tarek Homsi. Além de suas atribuições anteriores, Marina Croce agora lidera a implementação e o funcionamento da unidade de gerenciamento de projetos (PMO) do grupo – criada para a execução e acompanhamento, pela alta direção, das principais iniciativas estratégicas centrais aos negócios da multinacional – e assume a gestão das áreas transversais da Webedia Brasil. Marina também está à frente dos comitês de Ética e Diversidade do grupo.

Desde 2016, Marina Croce vem exercendo um papel fundamental nos investimentos na Webedia desde as negociações de contratos estratégicos, conduzindo as operações de compras das empresas do grupo (Parafernalha, TudoGostoso, Digital Stars, Nerd ao Cubo, Minha Vida e Hypeness), e prestando assessoria na tomada de decisão sobre assuntos táticos e transversais. “Marina já era responsável por muitos assuntos além do jurídico, sua experiência de atuar sempre no coração dos nossos negócios fez com que ela desenvolvesse ao longo dos anos um conhecimento profundo de todas as linhas de business do grupo. Esta formalização é um reconhecimento do seu talento e da confiança que a empresa e seus membros têm de que ela é a pessoa ideal para essa posição”, afirma Tarek Homsi.

Formada em Direito pela UERJ, com pós-graduação em Cinema Documentário pela FGV e MBA em Management pela PUC-Rio, Marina Croce acumulou mais de sete anos de experiência em Direito Societário, Fusões e Aquisições e Contratos em grandes escritórios de advocacia antes de chegar à Webedia.  Na posição de diretora jurídica, estruturou o departamento jurídico do grupo no Brasil, criando políticas, regularizando a parte societária, desenvolvendo contratos padrão e profissionalizando os aspectos legais da operação, além de conduzir as operações de M&A (fusões e aquisições).

“Agradeço imensamente ao Tarek e a todo o time da Webedia pela confiança em mim e no meu trabalho. Meus anos no grupo me transformaram enquanto profissional, e fico feliz de poder contribuir também para a transformação da Webedia Brasil em um grupo cada vez mais sólido e coeso, tanto para o mercado quanto para nossos colaboradores”.

A promoção de Marina Croce também conclui a formação do novo board da Webedia Brasil, composto, de forma central, por Tarek Homsi (CEO); Marina Croce (Deputy CEO); Rodrigo Pavoni (CFO); e Rafael Romanhol (Diretor de People & Culture); e, de forma vertical, pelos diretores das unidades de negócios do grupo.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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