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Visa apresenta a seleção de atletas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020

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Visa apresenta a seleção de atletas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020
Faltando menos de 30 dias para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, a Visa (NYSE:V), parceira oficial de tecnologia de pagamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, apresenta a lista completa de atletas do programa Team Visa Tóquio enquanto se prepara para apoiar e celebrar o maior grupo de atletas olímpicos e paralímpicos de todos os tempos. Desde o lançamento do programa Team Visa, em 2020, a Visa já apoiou mais de 500 aspirantes e atletas olímpicos e paralímpicos como parte de nossos esforços para ajudar atletas a terem sucesso dentro e fora das competições.

Programa Team Visa para Tóquio 2020 – Em números:
• 102 atletas, incluindo dois funcionários da Visa que participam do Visa Olympians and Paralympians in Business Development Program (OPBDP)
• 56 mulheres, 46 homens, reforçando o compromisso da Visa com a igualdade de gênero nos esportes, nos negócios e em tudo
• 54 mercados, incluindo 19 atletas estreantes no Team Visa (Argentina, Bulgária, Costa Rica, Índia, Tailândia e outros)
• 28 modalidades esportivas, incluindo novos esportes: BMX freestyle, skate, escalada esportiva e surfe

A lista de atletas do Team Visa América Latina e Caribe inclui:
• Delfina Merino (Argentina, hóquei sobre a grama)
• Paula Pareto (Argentina, Judô)
• Gustavo Fernandez (Argentina, tênis em cadeira de rodas)
• Alison Cerutti (Brasil, vôlei de praia)
• Gabriel Medina (Brasil, surfe)
• Daniel Dias (Brasil, natação paralímpica)
• Mariana Pajon (Colômbia, ciclismo BMX)
• Kenneth Tencio (Costa Rica, BMX freestyle)
• Luguelin Santos (República Dominicana, atletismo – pista e campo)
• Daniel Alvarez (Equador, atletismo – marcha atlética)
• Erick Barrondo (Guatemala, atletismo – marcha atlética)
• Shelly-Ann Fraser-Pryce (Jamaica, atletismo – pista e campo)
• Omar McLeod (Jamaica, atletismo – corrida/obstáculos)
• Maria Espinoza (México, taekwondo)
• Alonso Edward (Panamá, atletismo – pista e campo)
• Stefano Pescheira (Peru, vela)
• Adriana Diaz (Porto Rico, tênis de mesa)
• Mikel Thomas (Trinidad e Tobago, atletismo)

“A resiliência e a dedicação demonstradas no último ano pelos atletas do Team Visa que buscam uma vaga olímpica ou paralímpica são inspiradoras e vê-los transformar incerteza em determinação é uma lição que serve para todos”, afirma Luciana Resende, vice-presidente sênior de Marketing para a Visa América Latina e Caribe. “Estamos honrados em apoiar o Team Visa – e todos os atletas que competirão em Tóquio – em uma jornada que foi mais longa do que eles esperavam, mas que sem dúvida nos lembrará da força e do caráter excepcional que é preciso para chegar lá.”

Entendendo a postura olímpica e paralímpica
A resiliência e o espírito inquebrantável dos atletas olímpicos e paralímpicos ficam visíveis nas experiências dos veteranos e dos atletas que chegaram no último ano e nas mensagens de otimismo e positividade que eles espalharam enquanto treinavam para competir no palco mundial em Tóquio:

• Kenneth Tencio (BMX Freestyle, Costa Rica): enquanto os treinos estavam suspensos, Kenneth participou da campanha da Visa na mídia social “This Isn’t Easy”, promovendo medidas de segurança e o distanciamento social.
• Shelly-Ann Fraser-Pryce (atletismo, Jamaica): fez doações a atletas estudantes por meio da instituição Pocket Rocket Foundation, enquanto a Jamaica e o mundo continuam lutando contra a pandemia do coronavírus.
• Paula Pareto (judô, Argentina): trabalhou em tempo integral como médica em um hospital de Buenos Aires, sem deixar de treinar. Além disso, inspirou muitas pessoas a continuarem ativas em casa, compartilhando exercícios diários em seu perfil no Instagram.
• Simone Biles (ginástica, EUA): inspirou o público global ao se tornar a primeira mulher a fazer um salto duplo de lúcio de Yurchenko em uma competição e, mais recentemente, conquistou seu sétimo título nacional nos EUA, recorde que representa um título para cada campeonato nacional sênior que disputou desde 2013. Fora dos ginásios, Simone também ajudou a arrecadar fundos de auxílio contra a COVID-19.
• Sky Brown (skate, Grã-Bretanha): com 12 anos, a mais jovem atleta olímpica do Team Visa é uma fonte inigualável de otimismo e força nas redes sociais. Ela também emprestou sua personalidade vibrante para a campanha “This Isn’t Easy ” da Visa, inspirando jovens do mundo todo a se manterem em segurança durante a pandemia.
• Oksana Masters (ciclismo paralímpico, EUA): incentivou seus seguidores a se cuidarem durante o período de isolamento, mostrando como estava ocupando seu tempo na quarentena e formas de praticar atividades físicas em casa para se manter saudável.

“Com o adiamento dos Jogos, tive um tempo a mais para me preparar e sinto que estou em melhor forma agora. É importante ser flexível com as mudanças, pois nunca sabemos o que vai acontecer. Durante esse tempo, o que me inspirou foi mostrar que os atletas são os novos guerreiros da sociedade e que, não importa o que aconteça à nossa volta, não perdemos nossa meta de vista. Sempre haverá pedras no caminho e é importante sermos positivos ao movê-las”, comenta o atleta Keneth Tencio.

“Foi difícil ficar em casa, mas levamos o distanciamento social muito a sério e aproveitamos ao máximo esse tempo, dedicando tempo à família, dando força uns aos outros, tocando violão – sempre com um sorriso no rosto. Também falei com meus seguidores e fãs nas redes sociais sobre ter uma atitude positiva, mesmo que parte de nossa vida estivesse de cabeça para baixo ou, no meu caso, que fosse preciso postergar meus sonhos olímpicos”, conta o skatista Sky Brown.

Bastante impactado pela pandemia, um dos atletas brasileiros do Team Visa, Daniel Dias, aproveitou para compartilhar seu desafio para se preparar para os Jogos deste ano. “A pandemia me atingiu completamente. Um nadador precisa de uma piscina para seu treinamento e eu literalmente me senti como um peixe fora d’água. Mas concentrei-me na minha preparação física com exercícios adaptados em casa até poder voltar para a piscina”.

Empoderando atletas além dos espaços de competição
A Visa entende a importância de apoiar atletas que estão no ápice de sua carreira atlética e conhece os desafios que eles costumam enfrentar ao fazerem a transição para a próxima fase na vida. Complementando os 35 anos de parceria da Visa com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Olympians and Paralympians in Business Development Program oferece um programa de desenvolvimento de negócios de dois anos a atletas olímpicos e paralímpicos, durante os quais eles fazem um rodízio por várias áreas da Visa e exploram uma carreira profissional fora do esporte.

Faltando poucas semanas para uma edição sem precedentes dos Jogos, a Visa também está fazendo história e se prepara para torcer por dois participantes do OPBDP que integrarão o Team Visa de Tóquio 2020: Mikel Thomas (Trinidad e Tobago, atletismo) e Ryan Neiswender (EUA, basquete em cadeira de rodas).
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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