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Vigor promove Gil do Vigor a embaixador da marca

Com o objetivo de reafirmar sua vocação em oferecer produtos que acompanham e tornam mais saudáveis, animados e vigorosos os diversos momentos do consumidor, a Vigor apresenta sua nova assinatura: “Mais Vigor”. Para tangibilizar o conceito em sua comunicação, a SunsetDDB criou para a marca uma estratégia multiplataforma que resgata o uso do verbo “vigorar” em suas mais variadas flexões. Além disso, depois de estrelar as campanhas de Vigor Grego em 2021, o economista Gil do Vigor foi agora promovido a embaixador oficial de todas as categorias de produtos.
“Quando vimos a grande movimentação de fãs pedindo esse momento, soubemos que tínhamos que transformar o Gil do Vigor no Gil da Vigor. De fato, ele traz uma energia maravilhosa para tudo que faz, por isso este ano vamos trazê-lo de volta e, desta vez, como nosso embaixador oficial. Temos um portfólio completo, perfeito para diversos momentos do dia, e estamos preparados para vigorar”, comenta o diretor de marketing da Vigor Alimentos, Eduardo Jakus.
A nova campanha traz abordagem voltada à cultura pop, com visual colorido e tom divertido, incluindo diferentes categorias de produtos da marca e a temática #BoraVigorar. “Com todo o buzz que geramos juntos, no ano passado, entendemos que seria um excelente momento para resgatar a força da palavra Vigor, em todas as suas flexões. O verbo vigorar é o carro chefe dessa narrativa que tem inúmeras entregas, peças, mensagens e estabelece sinergia com os momentos de consumo dos produtos da Vigor, capazes de intensificar a rotina e dar luz, cor, vivacidade e alegria ao dia a dia dos consumidores”, afirma Pipo Calazans, CEO da SunsetDDB.
A Mynd, agência de marketing de influência e entretenimento, foi a responsável por unir o artista com a marca.
Ficha Técnica: Vigor – Campanha 2022
Agência: SunsetDDB
Anunciante: Vigor
Atendimento: Anita Souza / Bárbara Silva / Bruna Ferreira / Camila Guerra
VP Criação: Sergio Mugnaini
Diretor Criação: Fabio Guima
Diretor de Arte: André Romani / Thales Silveira
Redator: Gustavo Ferreira / Guilherme Prado
Conteúdo: Gabriela Campagnucci / Amanda Alves / Shirly Cohen
Estratégia: Fabiana Ribeiro / Márcia Aguirre / Breno Strassacapa
Mídia: Denise Lavezzo Hermann / Flávia Ito / Felipe Silva / Lucas Lustosa / Edson Lima / Simony Zapio
Produção: Julia Schloenbach / Carla Finamore / Maria Domingos / Ze Evaristo
Aprovação: Eduardo Jakus, Rafael Esposto, Victor Capuzzo Luconi, Carolina João, Maria Miranda.
Título: Vigora
Produtora: Doma Filmes
Direção: Rodrigo Ladeira e Fábio Lamounier
Produção Executiva: Murillo Mahnic
Assist. Produção: Luanna Leonis
Direção de Fotografia: Martina Quezado
Assist. Fotografia: Tristian Pae, Matteo Rodrigues e Fernanda Moraes
Gaffer: TIm Sanches
Assist. Gaffer: Bernardo Calmon, Igor Kalinouski, Wellington Souza
Set Design: Ana Requião
Assist. Arte: Nicole Cahali
Contra: Vander Cardoso e Rodrigo Gonçalves
Ajud. Arte: Lucas Arce
Culinarista: Gabi Ramos
Assist. Culinarista: Rico Costa e Ligia Garcez
Efeitista: Fabiano Caldeira
Motoristas: Marcelo Viana e Marcelo Oliveira
Styling: Cacau Francisco e Anuro Anuro
Camareira: Lindalcy Gomes
Beauty Modelos: Amanda Pris
Assist. Beauty: Camila Hayasaka e Camila Gomes
Manicure: Márcia Maruyama
Som Direto: Caio Norcia
Apoio: Mércia Silva e Luis Pita
Montagem: Pedro Tavares
Motion: Leonardo Lott
3D: Pedro Leitin
Colorista: Junior Xis
Produtora de Áudio: Madril Audio
Produtor Musical / Trilha: Rodrigo Ramos e Johnny Bolzan
Desenho de Som: Bruno Pontalti
Coordenação: Gabriel Garone
Atendimento: Pedro MIchelucci
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








