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Vigor apresenta nova campanha mostrando como qualquer momento pode se transformar em Happy Hour

Happy hour pode ser a qualquer momento — e é com essa proposta que a Vigor, marca reconhecida por sua atuação no mercado de lácteos, lança nesta semana a campanha “Happy Hour Vigor”, assinada pela agência ISLA. Com uma abordagem que celebra os prazeres do dia a dia, a marca convida os consumidores a repensarem a ideia de happy hour: ele não precisa acontecer só no fim do expediente ou em grandes encontros. Com o portfólio de queijos especiais Vigor, toda vez que os ponteiros do relógio formarem um “V”, é o sinal perfeito para se jogar no Happy Hour.
O filme da campanha, produzido pela Balma Films, e dirigido por Luiz Whately, apresenta o jingle original “Não importa a hour, com Vigor é Happy Hour”, que convida as pessoas a criarem seus próprios momentos de descontração. A trilha embala cenas do dia a dia que vão além dos momentos de sofisticação frequentemente retratados nas campanhas de queijos especiais. Ele pretende mostrar que os queijos Vigor podem levar mais sabor para uma pausa nos estudos, para um encontro casual em casa entre amigas, além de serem ótimos para combinações com bebidas, em bares ou restaurantes. Todo momento pode ter o pretexto ideal para degustar um bom queijo.
A campanha destaca ainda a variedade do portfólio de queijos especiais da marca, que inclui opções como Brie, Emmental, Gruyère e Parmesão, em diferentes formatos e SKUs. Um dos elementos visuais do filme traz um relógio que marca as horas do dia, cada uma associada a um tipo de queijo, em uma metáfora que reforça a ideia de que sempre há uma opção da Vigor para cada momento. O filme também mostra a versatilidade dos produtos, que se adaptam a diferentes ocasiões e formas de consumo, seja sozinho ou como parte de receitas doces e salgadas.
Para Karina DalSasso, diretora de marketing da Vigor Alimentos, a campanha representa um passo importante para a marca. “Com essa campanha, apresentamos a versatilidade dos queijos Vigor para consumo em outros momentos possíveis do dia a dia, que vão muito além da clássica e sofisticada tábua de queijos. Mostramos que nosso amplo portfólio pode transformar qualquer instante em um happy hour, de forma simples, saborosa e prática, além de ampliar a conexão da marca Vigor com mais momentos da rotina dos consumidores.”
A ideia por trás da campanha é tirar os queijos do momento solene, do clássico ‘queijos e vinhos’ e transformá-lo num gatilho de alegria, numa bem-vinda pausa a qualquer hora do dia, porque, como diz o conceito: não importa a hour, com Vigor é happy hour. E vamos combinar que queijos deixam tudo melhor”, afirma Ricardo John Partner e CCO da ISLA.
Desde que lançou o novo posicionamento no último ano, a Vigor tem investido em novos produtos e ampliado seu portfólio com queijos como cheddar e queijo prato, sabores que já fazem sucesso na linha food service e agora ganham espaço na rotina do consumidor. A proposta é oferecer uma linha cada vez mais completa, com opções para todos os gostos e ocasiões.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








