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Veja® reforça poder contra sujeira em campanha bem-humorada

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Veja®, a marca de produtos de limpeza da Reckitt Hygiene Comercial, realizou diversas pesquisas com consumidores para entender as principais tensões ao limpar a cozinha e o banheiro, ambientes da casa que ficam sujos com maior frequência. Como consequência, esses ambientes precisam ser limpos quase diariamente, deixando as pessoas presas nessas tarefas, acarretando cansaço por exigir bastante tempo e esforço, além de insatisfação porque nem sempre os resultados saem conforme o esperado. Pensando nisso, a marca comunica Veja Cozinha Desengordurante e Veja Banheiro Antibac como solução única para a limpeza de cada um dos cômodos, trazendo diversos benefícios ao consumidor em apenas um produto.

Veja Cozinha Desengordurante remove 100% da gordura na cozinha inteira, trazendo versatilidade já que pode ser utilizado em diversas superfícies. É o melhor parceiro tanto para as limpezas do dia a dia quanto para a faxina pesada. O produto apresenta um bom custo-benefício, uma vez que rende cinco vezes mais que detergente, e boa performance, já que possuí resultados imbatíveis¹.

Já o Veja Banheiro Antibac possui uma fórmula exclusiva com poder Oxi Ativo, que branqueia as superfícies², desinfeta sem agressão do cloro³ e mata 99,9% do vírus da Covid-19 e das bactérias⁴. Ele também pode ser utilizado em todo o banheiro, e rende cinco vezes mais que água sanitária⁵.

Para apresentar os produtos, a campanha “Especialistas”, criada pela BETC HAVAS, conta com dois filmes bem-humorados que trazem consumidores paralisados com expressões de frustação e insatisfação por conta da sujeira que não sai da cozinha e do banheiro, mesmo utilizando vários produtos diferentes para limpar. Porém, com Veja Banheiro e Cozinha na mão tudo muda: as sujeiras difíceis são limpas de um jeito fácil e rápido e a “cara da limpeza” aparece, uma expressão tão marcante e única quanto o resultado dos produtos.

“Para uma marca líder de mercado como Veja®, é importante se conectar com o consumidor. É isso que fazemos nessa campanha, mostrando que Veja® entende as dificuldades para manter a casa limpa, além de querer estar ao lado do consumidor para enfrentar esse desafio e torná-lo mais fácil”, afirma Carolina Gormezano Frenkiel, diretora de marketing de Veja®.

“A cada campanha de Veja® conseguimos trazer a marca para uma conversa ainda mais próxima dos consumidores, traduzindo as dificuldades da limpeza, com as quais todo mundo se identifica, em situações divertidas. E foi em busca de uma execução marcante que criamos a Cara da Limpeza, para incentivar o desejo de todo mundo em querer ficar com a felicidade de uma limpeza rápida e fácil estampada no rosto.”, comenta Laura Azevedo, Diretora de Criação da BETC HAVAS.

Os produtos Veja Cozinha e Veja Banheiro Antibac são apresentados como os aliados para eliminar as sujeiras de diversas superfícies, além de serem a solução para essa insatisfação. Com Veja®, tanto a cozinha como o banheiro e o consumidor ficarão com a “cara da limpeza”, uma expressão de satisfação e vibração contagiante que só a limpeza com os produtos da marca traz.

A ação está sendo veiculada na TV aberta e fechada, além contar com peças e conteúdos digitais e de patrocínios.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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