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Veja apoia trabalhadoras domésticas de todo o Brasil durante pandemia de coronavírus

Com mais de 50 anos de mercado no Brasil, Veja tem como propósito levar amor para todos os lares, afinal, limpar é um ato de cuidado e carinho. E, agora, chegou a vez de cuidar de quem sempre cuidou das casas e famílias brasileiras: as trabalhadoras domésticas de todo o Brasil.
A missão de Veja é fazer com que essas mulheres sejam vistas, ouvidas e valorizadas, destacando sua importância, conhecimento e experiência. E, com a crise do novo coronavírus, um primeiro passo de uma série de ações foi dado para dar valor a essas profissionais. Afinal, por conta do distanciamento social imposto pela pandemia, muitas trabalhadoras domésticas estão em casa sem poder trabalhar e, infelizmente, muitas delas perderam assim a principal ou única fonte de renda.
Para oferecer apoio neste momento difícil, Veja lançou o movimento “Veja com o coração”, em que a marca fará um apoio inicial de R$ 1 milhão para a causa. Também convidas toda a sociedade brasileira a se engajar na campanha, aumentando o valor das doações. Interessados poderão participar acessando diretamente o site www.vejacomocoracao.com.br, com doações de valores a partir de R$ 5,00.
Trabalhadoras domésticas de todo o Brasil que estejam previamente cadastradas nos aplicativos de serviço de limpeza sob demanda Casa & Café, Blumpa, Mary Help e Parafuzo poderão se inscrever no mesmo site (www.vejacomocoracao.com.br) para receber doações de produtos e auxílio financeiro. As primeiras mil mulheres devidamente inscritas receberão R$ 500 em certificado de ouro, e aproximadamente 15 mil trabalhadoras domésticas cadastradas receberão um kit de produtos, contendo Veja Desinfetante (2), Veja Multiuso Power Fusion (1), Veja Limpeza Pesada Clorado (1) e Veja Banheiro Tira Limo X14 (1).
“Essa é apenas a primeira de uma série de ações que estamos planejando fazer em solidariedade a essas profissionais. Queremos que seja o início de uma longa relação de comunicação e confiança entre Veja e trabalhadoras domésticas de todo o Brasil. Afinal, Veja tem como intenção valorizar o trabalho doméstico, principalmente no atual momento crítico em que estamos vivendo”, comenta Paolo D’Orso, Vice-Presidente Sênior da América Latina da RB Hygiene Comercial, empresa responsável pela marca Veja.
A campanha tem a assinatura da Integer\OutPromo, responsável pela criação e execução da ação.
Auxílio também para entregadores e comunidades vulneráveis
Outra ação paralela que será realizada por Veja durante o período de crise do COVID-19 é o apoio a entregadores do aplicativo Rappi, que estão se expondo ao trabalhar nas ruas e indo de porta em porta para auxiliar famílias que precisam ficar em casa. Durante a quarentena, esses profissionais ajudam milhares de pessoas entregando itens essenciais que vão de comida a remédios.
E, como a limpeza é parte fundamental para ajudar na prevenção ao vírus, uma van de Veja circulará em seis principais pontos de deslocamento de entregadores em São Paulo, entre as cinco da tarde e a meia-noite, para que profissionais já cadastrados na plataforma possam pegar de graça uma unidade de Veja Desinfetante na hora em que estiverem voltando para casa, mediante identificação no aplicativo. Veja irá doar 16 mil litros de desinfetante para esses profissionais.
Além dos entregadores, Veja também irá contemplar moradores de comunidades em situação de vulnerabilidade com ajuda da ONG Teto, levando cerca de dois mil litros de Veja Desinfetante para bairros periféricos dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco.
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Banco Mercantil escala o ex-jogador Roberto Carlos para campanha nacional durante o período do Mundial

O Banco Mercantil, instituição financeira de destaque e pioneira na especialização do público com mais de 50 anos, acaba de colocar no ar sua nova campanha nacional intitulada “Achou que era o outro?”. Desenvolvida pela agência mineira Kind Branding, a iniciativa aproveita o período do Mundial de futebol para apresentar o ex-lateral e ídolo da Seleção Brasileira, Roberto Carlos, como embaixador temporário da marca, reforçando os atributos de confiança, credibilidade e simplicidade junto aos clientes seniores.
A estreia da campanha ocorreu em horário nobre, durante o intervalo do Jornal Nacional, na TV Globo. O plano de mídia desenhado para o projeto é robusto e contempla veiculações em canais de TV aberta e por assinatura, emissoras de rádio, plataformas digitais e circuitos de mídia exterior (Out-of-Home / OOH) em todo o país. A ação sustentará a presença da marca até o apito final da competição da FIFA, momento em que o banco retomará a comunicação oficial comandada pelo cantor Roberto Carlos, atual garoto-propaganda da empresa.
A escolha do ex-atleta é um movimento estratégico duplo de branding e humor: além do forte vínculo afetivo que sua trajetória vitoriosa possui com a geração 50+, o roteiro brinca com o fato de o ex-jogador ter sido batizado em homenagem direta ao “Rei” da música brasileira, gerando uma conexão memética imediata com o público.
“Fizemos uma pesquisa de tracking antes do lançamento dessa campanha e, recentemente, identificamos um aumento de 6 pontos percentuais na identificação do público com a nossa marca”, revela Brunna Lopes, superintendente de marketing do Banco Mercantil. Para a executiva, a entrada no território esportivo era indispensável: “Não havia como estarmos fora dessa conversa em um momento em que quase todas as marcas estão associadas a esse evento. É algo que chama a atenção de todos”.
Para dar suporte a essa expansão nacional e garantir relevância nos blocos publicitários, o Banco Mercantil aumentou em 50% o seu orçamento total de marketing para o ano de 2026 em comparação com o período anterior. O aporte financeiro visa consolidar a lembrança de marca da instituição em um segmento altamente competitivo, onde a tradição e a segurança digital ditam a escolha do consumidor.
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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.
A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.
Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.
O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.
O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.
A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.
Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.
O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.
O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.
Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.









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