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Vedacit apresenta novo posicioanmento em campanha transformadora

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Vedacit apresenta novo posicioanmento em campanha transformadora
Em um momento difícil como o atual, no qual situações ruins estão sendo banalizadas, a Vedacit, líder no mercado de impermeabilização, entende que não existe mais espaço para uma relação apenas comercial com os stakeholders.

“Convidamos à reflexão sobre nossa familiaridade com os recursos naturais, especialmente a água. Dessa forma, iniciamos uma grande transformação na construção civil promovendo um diálogo muito mais acolhedor”, destaca Anderson Passos, gerente de Marketing e Relacionamento com o Consumidor da Vedacit.

Mais do que vender produtos, uma preocupação genuína da empresa é o bem-estar das pessoas. Para celebrar os 85 anos e sua transformação cultural, a Vedacit traz um novo posicionamento, marcado pelo lançamento de uma campanha institucional inovadora.

Com a mensagem “Transformar o mundo, construir o futuro”, a campanha, desenvolvida pela agência Empathy, está fundamentada em pilares estratégicos: Sustentabilidade (ESG – Ambiental, Social e Governança), Inovação e Tecnologia, Diversidade e Inclusão, Propósito e Saúde das Edificações.

“A Vedacit assume o papel de protagonista, agindo com ousadia, com movimentos disruptivos do mercado de construção civil, lançando sua voz sobre as perspectivas que devem criar os alicerces para o segmento nos próximos anos”, conta Bruno Pacheco, executivo de Marketing da empresa.

O novo momento enfatiza a mudança na forma como a empresa se comunica com os stakeholders e o compromisso em relação a temas sérios e impactantes. A primeira ação é o lançamento do vídeo institucional, seguido pelo detalhamento de cada um dos pilares com forte presença nas redes sociais e nas mídias digital e segmentada. Para finalizar, o terceiro momento será marcado pelo patrocínio de um evento inspirador: o TED, que reforçará o propósito transformador com uma temática alinhada à campanha.

Vídeo Institucional

Criado com alta tecnologia, 100% original, o vídeo reforça os pilares de transformação e aponta para o futuro. Consciente da responsabilidade com relação à sustentabilidade, a Vedacit convida a água para dançar. A licença poética é utilizada para demonstrar respeito ao elemento essencial para a vida, que deve ser cuidado e respeitado.

Um universo onírico é representado com a união da tecnologia 3D e realidade mista. A bailarina que representa a Vedacit passeia mostrando o desenvolvimento em sintonia com o da cidade. As três fábricas, as obras emblemáticas e os símbolos importantes que fazem referência à história marcam presença. “A linguagem visual mostra um refinamento que simboliza o Jubileu dos 85 anos. O marco expressivo é celebrado com tons metálicos, reflexivos e límpidos. Cada detalhe faz alusão a um aspecto importante”, ressalta Anderson Passos.

A tecnologia está presente em todos os momentos, assim como em tudo o que a empresa faz. A presença no esporte e o compromisso com as ações sociais estão simbolizados pelo Instituto Vedacit, que tem como um de seus temas centrais as Cidades do Futuro, estimulando a harmonia entre as pessoas, as moradias e os espaços urbanos.

Para representar as mulheres na construção civil, a protagonista foi escolhida com cuidado, dando ênfase a presença feminina em um setor historicamente masculino. Em referência à região onde foi fundada e está até hoje na cidade de São Paulo, a bailarina que interpreta a Vedacit é da Zona Norte.

No encerramento, o propósito de “Transformar a vida de milhões de pessoas, melhorando as condições de habitação, fazendo da sua casa a nossa causa” enfatiza o compromisso com iniciativas, tecnologias e soluções que garantem a saúde das edificações e a prevenção de problemas que comprometam a saúde das famílias brasileiras. “Convidamos o expectador para fazer uma viagem no tempo, acompanhando nossa história e contando as expectativas para o futuro. É um vídeo realmente inspirador, diferente do que conhecemos até então como Institucional”, avalia Anderson.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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