Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

V3A assina a campanha de Natal da Petrobras

Publicado

em

A Petrobras inaugura sua campanha de Natal 2025 com uma ação concebida e realizada pela V3A, que apresenta o conceito “Boas energias que aproximam” em duas grandes ativações: uma no Lagoon e outra no Boulevard do Theatro Municipal, no Rio de Janeiro. Juntas, elas formam uma jornada que reforça laços afetivos, valoriza símbolos tradicionais da data e convida o público a viver o clima natalino em ambientes especialmente criados para o período.
A iniciativa reúne a Petrobras, responsável pela campanha institucional, e a V3A, empresa que assina a criação, a direção e a execução de toda a experiência. As ativações ocorrem entre 06 e 28 de dezembro, com equipes especializadas, tecnologia aplicada e cenografias exclusivas. A abertura coincide com o acendimento da Árvore de Natal do Rio, um dos eventos mais emblemáticos da cidade.
No Lagoon, que simboliza o ponto de partida da campanha, a V3A criou a Estação Boas Energias. O espaço conduz o visitante da rampa de acesso até uma guirlanda monumental posicionada no topo da estrutura, onde é possível registrar fotos e receber uma bola de Natal personalizada.
A segunda ativação ocorre no Boulevard do Theatro Municipal, até o dia 28 de dezembro, período de maior circulação de público. A Vila Petrobras reúne uma guirlanda monumental de entrada, uma árvore estilizada nas cores da Petrobras, uma caixa de presente gigante como ponto para ação de foto e o Baú dos Desejos.
A V3A estruturou toda a jornada com o objetivo de conectar pessoas, cidade e marca, reforçando o espírito de celebração coletiva que caracteriza o Natal no Rio. Ao unir afeto, tecnologia e uma estética contemporânea, a campanha traduz o propósito da Petrobras para o período: despertar memórias, incentivar encontros e compartilhar as boas energias que tornam dezembro ainda mais especial.
Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo