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Unilever foca na autoestima feminina e abandona o termo “normal”

De acordo com pesquisa realizada pela Unilever, com 10 mil pessoas em nove países – Brasil, China, Índia, Indonésia, Nigéria, Arábia Saudita, África do Sul, Reino Unido e EUA. O uso da palavra “normal”, a fim de descrever tipo de cabelo ou de pele faz com que 56% das pessoas se sintam excluídas.
Sendo que, entre pessoas com idades entre 18 e 35 anos, esse sobe para 80%. Consequentemente, para 74% dos entrevistados a indústria da beleza precisa contribuir para que as pessoas se sintam bem com seus corpos.
Para Sunny Jain, presidente da Unilever na categoria de beleza e cuidados pessoais, o crescimento da consciência em relação às consequências dos padrões de beleza, e a influência disso no modo de pensar e agir das pessoas, proporciona à Unilever e suas marcas a oportunidade de gerar grande impacto na sociedade. Pois, um bilhão de pessoas utiliza algum produto de beleza e cuidados pessoais da Unilever todos os dias.
“Sabemos, é claro, que remover o ‘normal’ por si só não resolverá o problema, mas acreditamos ser esse um primeiro passo importante dentre muitos outros que virão em direção a um conceito mais inclusivo de beleza, livre de estereótipos. Ao adotar a visão da Beleza Positiva em nossos negócios, queremos fazer o bem tanto as pessoas quanto para o planeta”, diz.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.
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IPEL utiliza patrocínio da Oktoberfest Blumenau para lançar tecnologia antimicrobiana e papel toalha multiuso

A IPEL transformou sua cota de patrocínio na Oktoberfest Blumenau em uma plataforma integrada de brand experience para o lançamento de duas novidades direcionadas ao mercado varejista em 2026: a tecnologia antimicrobiana IPEL Protech e o papel toalha multiuso Trends. A estratégia, desenvolvida em parceria com a agência Fluxo – Ecossistema de Criação e Estratégia, combina mídia OOH, influenciadores, ações promocionais e dinâmicas interativas ao vivo no Parque Vila Germânica.
No pré-evento e nos arredores do complexo, a campanha utiliza painéis e empenas para destacar a linha IPEL Protech aplicada às marcas Ness, Qualité e Nobby, contando com o biomédico e consultor Dr. Bactéria como embaixador oficial. A presença da marca estende-se aos banheiros e praças de alimentação do Parque, com adesivação de espelhos, pontos de distribuição de insumos e ambientação do lounge feminino.
“A Oktoberfest é um ambiente muito rico para construirmos experiências de marca porque reúne diferentes públicos e permite que a comunicação aconteça de várias formas. Neste ano, fomos além e pensamos em como transformar os lançamentos em novas experiências dentro da festa. O IPEL Protech ganhou uma linguagem própria com as bactérias e o Dr. Bactéria, enquanto o Trends será demonstrado em situações reais, com humor e participação do público”, destaca Marlon Souza, diretor de marketing e tecnologia da IPEL.
A programação interativa contempla ativações temáticas como a brincadeira “Bactérias ao Alvo” — variação do tradicional torneio de tiro ao alvo do festival —, a competição “De rolo com a proteção” e ações humorísticas lideradas pelo comediante local Natanael Alves para demonstrar a absorção e a utilidade do papel toalha Trends no ambiente da festa. A empresa promove ainda a distribuição de brindes promocionais, incluindo leques personalizados.
A iniciativa reforça a presença da IPEL no ecossistema da Oktoberfest Blumenau, unindo o fornecimento de linhas profissionais de higiene e a ampliação da visibilidade de seus novos produtos junto ao consumidor final.







