Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Unicórnio global NotCo recebe aporte de US$ 70 milhões

Publicado

em

A NotCo, empresa de tecnologia de alimentos em rápido crescimento e com exclusiva Inteligência Artificial patenteada chamada Giuseppe, acaba de anunciar que recebeu US$ 70 milhões (aproximadamente R$ 367 milhões) em nova rodada de investimento em uma extensão da Série D. O aporte vai acelerar a recém-criada unidade B2B da empresa, que permitirá que outras marcas CPG (bens de consumo embalados), fornecedores de ingredientes e provedores de tecnologia aproveitem Giuseppe para seus próprios propósitos de inovação e acelerem exponencialmente a transformação da indústria baseada em plantas. A NotCo continuará a operar seu negócio de marca, NotCo Food, oferecendo produtos como NotMilk, NotBurger e NotChicken por meio de redes de varejo e de alimentação em todo o país.

Liderada pela Princeville Capital, empresa de investimentos focada em apoiar companhias relacionadas à tecnologia em rápido crescimento em todo o mundo, a extensão da Série D inclui nomes líderes do setor, incluindo Jeff Bezos através da Bezos Expeditions, Tiger Global, L Catterton, Kaszek Ventures, Future Positive e The Craftory. Além da Princeville Capital, os novos investidores da extensão Série D incluem Marcos Galperin, fundador e CEO da maior empresa de tecnologia da América Latina, o Mercado Livre. A nova rodada de financiamento foi concluída com o mesmo preço de ação do financiamento da Série D em julho de 2021, reafirmando a avaliação da NotCo de US$ 1,5 bilhão.

“Desde o primeiro dia, nossa missão tem sido criar um mundo mais sustentável, transformando a indústria de alimentos, criando deliciosos alimentos à base de plantas para todas as mesas, cozinhas e despensas”, disse o cofundador e CEO da NotCo, Matias Muchnick. “Construindo o exemplo de nossa joint venture com a Kraft Heinz, estamos entusiasmados em desenvolver novas e impactantes parcerias alavancando nossa tecnologia proprietária. Essas parcerias ajudarão a diversificar e acelerar nosso impacto, ao mesmo tempo em que aumentam a acessibilidade de opções verdadeiramente deliciosas à base de plantas para impulsionar ainda mais a indústria”.

Investimento no Brasil 

Com essa nova rodada, a NotCo segue apostando no Brasil. Já são mais de R$150 milhões investidos no país e para o próximo ano o capital será empregado na abertura de um novo escritório, com instalações maiores e uma cozinha experimental para testes da equipe de P&D e parcerias. Além disso, o foco será no desenvolvimento de novas categorias de produtos e expansão para regiões que a marca ainda não está presente.

A previsão da empresa é dobrar de tamanho no país este ano. Somente em 2022, a foodtech expandiu sua presença para os estados do Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Distrito Federal e lançou 10 SKUs, com ampliação das linhas de NotBurger Smash e NotMilk™ e introdução de novas categorias, com o NotCreme de Leite™, NotMilk High Protein™, e NotMeat™, composta por kibe, almôndega e carne moída.

Acompanhando a estratégia global, a operação no Brasil também vem trabalhando para aumentar a oferta de produtos plant-based em restaurantes e lanchonetes ampliando cada vez mais sua gama de parceiros, com nomes locais importantes como Bullguer e Casa do Pão de Queijo.

Continue lendo

Empresa

Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Publicado

em

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

Continue lendo

Empresa

Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Publicado

em

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

Continue lendo