Eventos
Um evento pra elas

Quando o live marketing se une ao jornalismo é sinal de que vem algo grande por aí. É aí que entra em cena o publicitário Cristiano Diniz que, ao lado das jornalistas Ana Paula Padrão e Lia Rizzo, prepara-se para sacudir o mercado de eventos com o lançamento do Mulheres Pós 2020, que terá transmissão gratuita pelo YouTube nos dias 27, 28 e 29 de abril.
Transmitido de um estúdio sem plateia, em São Paulo, o evento híbrido será apresentado por Ana Paula Padrão, que reunirá 25 líderes femininas executivas e de outras esferas para debaterem temas urgentes como justiça racial, inovação, sustentabilidade, educação e longevidade.
Com projetos assinados para clientes como American Express, Unilever, Interfood, União Química, Natura, Ambev, entre outras, para o Mulheres Pós 2020 o diretor da Cris Diniz Eventos já conta com o patrocínio de grandes marcas como Grupo Hinode e BRF, além do apoio de Danone, Vinho Periquita, Azul e Riachuelo.
De acordo com ele, sua missão será fazer deste evento uma grande experiência no ambiente digital. “O desafio de fazer um evento impecável e que surpreenda a todos é ainda maior neste momento de pandemia. Para garantir que todos os protocolos de segurança sejam cumpridos, optamos por um evento online e sem plateia transmitido de um estúdio na Barra Funda com uma estrutura pronta: acesso restrito e sinalizado do estacionamento ao local de gravação, cabine de higienização, aferimento de temperatura, além da entrega de um kit de prevenção completo para a equipe”, explica.
Agenda do Mulheres Pós 2020
A programação foi idealizada em três blocos temáticos: O primeiro dia, 27 de abril, abordará a justiça racial – “é a questão mais urgente de todas; as mulheres negras são as que mais morreram por COVID, as que mais perderam o emprego, as que já estavam ficando para trás antes da pandemia, mesmo com os esforços crescentes em promover diversidade”, comenta Lia Rizzo.
O segundo dia, 28, olhará para aquelas que se sentem invisibilizadas pela faixa econômica ou etária. “As mulheres da minha faixa de idade foram levadas a acreditar, na juventude, que poderiam ter tudo o que quisessem: faculdade, mestrado e doutorado; chegar ao topo das corporações com um belíssimo salário, além de ter filhos doces, um casamento feliz, uma pele linda e cabelos de propaganda de shampoo. Tudo ao mesmo tempo. Quando, na meia idade, percebemos que essa vida não existe, primeiro nos sentimos fracassadas. Só depois compreendemos que nos ‘venderam’ um pacote impossível. Precisamos falar sobre isso e precisamos cuidar da nossa saúde mental”, completa Ana Paula Padrão.
Por fim, o terceiro dia, 29, discutirá educação, inovação e sustentabilidade, já que não é possível saber quanto tempo durará a pandemia, o que tornam necessárias ações imediatas e sustentáveis de iniciativas privadas e estatais.
Lidar com o home office, cuidar dos filhos, conviver 24 horas por dia com o cotidiano doméstico e familiar, e ainda manter a saúde física e mental em equilíbrio. Essa realidade que ainda é vivida por muitas mulheres também as fez enxergar as imensas injustiças em nossa sociedade. Até o terceiro trimestre de 2020, 8,5 milhões de mulheres já tinham deixado a força de trabalho –conforme o dado mais recente divulgado pela Pnad Contínua. Quais os futuros possíveis para essas mulheres? “O Mulheres Pós 2020 nasceu com a proposta de olhar para os pilares mais urgentes e pensar e estimular soluções”, explica Lia Rizzo, responsável pela curadoria.
Outro grande ponto do evento será a apresentação de uma pesquisa exclusiva realizada pelo Instituto Locomotiva, mostrando quais os principais efeitos da pandemia no dia a dia da mulher no mundo corporativo, e que impactos essa emergência mundial provocou no humor, na expectativa de futuro e no cotidiano da mulher que trabalha.
Serviço:
Mulheres Pós 2020 (@mulherespos2020) – Evento online e gratuito
Datas: 27, 28 e 29 de abril de 2021.
Transmissão via YouTube.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








