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Eventos

Ubrafe apresenta expectativas para os eventos B2B em 2023 em São Paulo

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Os resultados do Barômetro Eventos B2B, primeiro levantamento quantitativo sobre o setor de Eventos com foco na geração de negócios – feiras, congressos e convenções, pós-pandemia, recém-divulgado pela Ubrafe – União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios, em parceria com a SPTuris – São Paulo Turismo, registraram cerca de 5,4 milhões de visitantes em 650 eventos B2B considerados de porte grande (acima de 700 pessoas) e mega (acima de 5.000 pessoas) realizados nas principais venues (locais de eventos), somente no segundo semestre de 2022, em São Paulo.

Para 2023, a expectativa é que sejam realizados, pelo menos, 1.500 eventos B2B de porte grande e mega, nas principais venues durante o ano e, que poderão atingir 12 milhões de visitantes na capital paulista – número igual ao atual número de habitantes.

Com toda essa movimentação, a entidade estima receber uma média de 4 milhões de turistas de negócios (30% do total de participantes), somente nos eventos realizados nas principais venues. Considerando que cada turista deva passar em média três dias na capital e investir cerca de R$ 3,5 mil em transporte, alimentação e hotel, a cidade de São Paulo deverá ter um impacto de R$ 14 bilhões somente com o turismo de negócios relacionados com os eventos B2B.

“Se as projeções forem alcançadas, e estamos trabalhando arduamente para isso, o impacto estimado será de R$ 14 bilhões. Se somarmos a isto os gastos de quem já vive aqui em São Paulo e participa de eventos com foco em negócios – uma média de R$ 500 por pessoa -, seríamos capazes de acrescentar mais R$ 4 bilhões na economia. O impacto total dos eventos B2B na cidade de São Paulo em 2023 pode chegar, então, a R$ 18 bilhões, ou seja, superando os valores pré-pandemia”, informou o diretor-executivo da Ubrafe, Paulo Octávio Pereira de Almeida.

A indústria de Eventos impacta, sozinha, mais de 50 setores da economia. Dados relativos ao número de Feiras e Eventos de Negócios pré-pandemia indicam mais de 2.000 eventos contabilizados em todo o país durante o ano.  Somente no Estado de São Paulo, são, em média, 8,2 milhões de visitantes em Feiras e Eventos de Negócios ao ano, o valor do impacto anual na Economia Brasileira na geração de resultados para as empresas expositoras dos eventos é de R$ 305 bilhões – considerando as mais de 2.000 feiras e eventos pelo Brasil, o impacto é de cerca de R$ 1 trilhão, nacionalmente. O volume de investimentos no setor de Eventos chega a R$ 16,3 bilhões ao ano.

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Eventos

Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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