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Ubisoft anuncia indicados para o Rainbow Six Brasil Awards 2021

A Ubisoft divulgou, nesta última sexta-feira (26), os indicados para todas as categorias do Rainbow Six Awards 2021, premiação anual dedicada aos destaques brasileiros da modalidade. O público pode escolher no site oficial, até o dia 30 de novembro, o vencedor de diferentes prêmios e também o “Dream Team” de uma temporada histórica para o país no R6.
Nas categorias abertas para votação popular estão: melhor página da comunidade, melhor streamer, personalidade do ano, “Dream Team”, melhor veículo de imprensa e MVP dos playoffs do Campeonato Brasileiro de Rainbow Six Siege 2021 – esta última categoria disponível entre os dias 4 e 6 de dezembro, no site oficial.
A cerimônia marcada para o dia 8 de dezembro (quarta-feira) acontecerá na MAX Arena, em São Paulo, a partir das 20h, com presença de atletas e membros das equipes da elite do cenário nacional. O evento acontecerá dias após o término do Brasileirão Rainbow Six 2021, torneio nacional de maior relevância da temporada que distribui uma premiação total de R$ 500 mil.
Além dos prêmios escolhidos pelo público, mais categorias – como MVP de 2021, melhor coach, jogador revelação, jogada do ano, entre outras – também farão parte da cerimônia. Nestes casos, a votação acontece entre profissionais do cenário, como apresentadores, narradores, comentaristas, analistas e colaboradores da Ubisoft Brasil especializados no Rainbow Six Siege.
2021 histórico para o Brasil
Com três títulos mundiais em 2021, o ano foi histórico para o Brasil na modalidade. O país dominou todas as competições internacionais e ocupou de vez o papel de protagonista no jogo. Por isso, nesta temporada, a disputa pelas premiações individuais está acirrada e em um nível ainda mais alto.
E os prêmios para streamers, páginas de comunidade e veículos de imprensa também são uma forma de reconhecimento para profissionais que não estão diretamente envolvidos nas competições, mas que contribuem para enriquecer e expandir o conteúdo e popularidade do cenário competitivo do Rainbow Six Siege.
“Após um ano muito especial para o Brasil, com títulos inéditos nos campeonatos mais importante do mundo, essa premiação destaca os grandes protagonistas que simbolizam a força e a grandeza do Rainbow Six Esports. Contamos com jogadores, organizações, veículos de comunicação, parceiros comerciais, criadores de conteúdo, fãs, torcedores e profissionais que fazem da comunidade R6 uma das mais apaixonadas e populares do Brasil”, destaca Marcio Canosa, Diretor de Esports da Ubisoft para América Latina.
O público poderá acompanhar o Rainbow Six Awards 2021 nos canais oficiais do R6 Esports Brasil na Twitch e no YouTube , com apresentação de Léo Bianchi, “Ique” Monclar, Maria Bonino e Yudi Tamashiro.
Confira os indicados do Rainbow Six Awards 2021:
MVP da temporada:
Gustavo “Psycho” (Ninjas in Pyjamas)
Karl “Alem4o” (Team oNe)
Luccas “Paluh” (Team Liquid)
Melhor coach:
Marlon “Twister” (FURIA Esports)
Matheus “Ramalho” (FaZe Clan)
Arthur “TchubZ” (Team oNe)
Melhor organização:
Team oNe
Ninjas in Pyjamas
FURIA Esports
Melhor IGL:
Gustavo “Psycho” (Ninjas in Pyjamas)
Lorenzo “Lagonis” (Team oNe)
Gabriel “cameram4n” (FaZe Clan)
Revelação da temporada:
Diogo “Fntzy” (FURIA Esports)
Caio “Neskin” (Team oNe)
Gabriel “AsK” (Team Liquid)
Jogada do ano:
Soulz 1v4 – DWG vs. FaZe – Six Major Suécia
4K Neskin – T1 vs Cyclops – Six Major México
Double Ace do Fntzy – FURIA vs. INTZ – BR6 2021
MVP do BR6 2021:
Jaime “Cyber” (FaZe Clan)
Luccas “Paluh” (Team Liquid)
Karl “Alem4o” (Team oNe)
MVP da Copa do Brasil:
Diego “ZaaK” (INTZ)
Vitor “peres” (Black Dragons)
Guilherme “Bassetto” (Black Dragons)
MVP da Série B:
João “Dotz” (SuperNova Team)
Thiago “Handyy” (TBZ Inc.)
Marcus “Sneepy” (Guidance Gaming)
MVP do Circuito Feminino:
Julia “juu” (Red Wolf)
Lara “Lara” (Black Dragons)
Maria “dudaZera” (Black Dragons)
Categorias abertas para votação do público:
Dream Team:
Votação aberta (máximo de dois jogadores de uma mesma equipe)
Personalidade do ano:
Karl “Alem4o”
Rafael “RazaH”
Matheus “Budega”
Gabriel “Machadinho”
Nicolle “Cherrygumms”
Julia “juu”
Gustavo “Psycho”
André “Nesk”
Leonardo “Astro”
Melhor streamer:
Rafael “RazaH”
Rafaela “Miranda”
Marcelo “Nerd Engenheiro”
Lorenzo “Lagonis”
Thiago “SexyCake”
João “Patife”
Letícia “CrystalZ”
Victor “HiT”
Nicolle “Cherrygumms”
André “Nesk”
Luccas “Paluh”
Gabriel “GCGamer”
Melhor página da comunidade:
Fábrica de Cobres
AnálisesR6
R6BR Atualizado
R6 On Fire
R6pédia
Girls On Six
Rocky Callboa
Artes do Exódia
Six News BR
Melhor veículo de imprensa:
The Clutch
MGG Brasil
The Enemy
Globo Esporte
Mais Esports
ESPN
UOL Start
Terra GameON
Lance!
MVP dos playoffs do BR6 2021:
Votação aberta entre os dias 4 e 6 de dezembro.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








