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Twitch tem código-fonte e outros dados vazados por hackers

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Twitch tem código-fonte e outros dados vazados por hackers

Até o momento, foram vazados dados sobre o pagamento dos criadores da Twitch e de um suposto serviço de streaming da Amazon, concorrente da Steam

A Twitch confirmou que sofreu uma grande violação de dados . “Podemos confirmar que uma violação ocorreu”, disse um porta – voz da Twitch no Twitter. “Nossas equipes estão trabalhando com urgência para entender a extensão disso. Atualizaremos a comunidade assim que houver informações adicionais disponíveis.”

Até agora, os hackers vazaram dados que incluem o código-fonte do serviço de streaming da empresa, um concorrente não lançado do Steam, da Amazon Game Studios, e detalhes de pagamentos aos criadores. Um postador anônimo no fórum de mensagens do 4chan lançou um torrent de 125 GB na manhã de hoje, que eles afirmam incluir a totalidade da plataforma e seu histórico de commits.

O vazamento foi rotulado como “parte um”, sugerindo que pode haver mais por vir. Embora informações pessoais, como pagamentos do criador, sejam incluídas, esse vazamento inicial não parece incluir senhas, endereços ou contas de e-mail de usuários da Twitch. Em vez disso, o vazador parece ter se concentrado no compartilhamento de ferramentas e informações da própria Twitch, em vez de códigos que incluem contas pessoais.

No entanto, não está claro quantos dados foram acessados. A Twitch diz que está trabalhando para entender sua violação de segurança e parece que alguns usuários estão sendo solicitados a alterar suas senhas. Até que entendamos a extensão dessa violação, recomendamos alterar sua senha da Twitch e habilitar a autenticação de dois fatores, caso ainda não tenha feito isso.

O vazamento da Twitch será prejudicial para o serviço de streaming de jogos de qualquer maneira e, particularmente, para os criadores que contam com a Twitch para manter seus ganhos e informações seguras.

O hack segue semanas de protesto para Twitch para melhorar seu serviço sob o movimento #DoBetterTwitch. Os streamers da plataforma também tiraram um dia de folga em agosto para protestar contra a falta de ação da empresa contra ataques de ódio.

Conteúdo traduzido e adaptado do portal The Verge.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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