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Turbi faz rebranding e lança sua primeira campanha institucional

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Turbi, empresa de tecnologia focada em soluções para mobilidade urbana e digital, acaba de concluir um processo completo de rebranding e lança sua primeira campanha institucional. A novidade acompanha as recentes mudanças estratégicas passadas pela companhia, que passou a oferecer, além do aluguel de veículos a partir de uma hora, o serviço de assinatura a partir de um mês e a venda de veículos em uma rede de seminovos própria criada no último ano. Esse novo momento também reflete mudanças na liderança da empresa, com Daniel Prado, cofundador, assumindo como CEO, e a chegada de Mario Liao (CFO) e Ana Mantovani (CTO).

De acordo com o CEO da Turbi, Daniel Prado, a nova marca acompanha o crescimento e os novos produtos lançados pela empresa. “Nós nascemos como uma empresa 100% digital, para quem precisa alugar um carro em curtos períodos de tempo, mas avançamos com novos produtos para termos hoje uma operação onde aproximadamente 50% da frota é destinada para pacotes de assinatura e, logo depois, começamos a vender carros em nossa loja física. Este rebranding posiciona a Turbi como uma empresa que dá protagonismo para as pessoas que desejam um carro. A nova marca é ainda mais urbana e digital, refletindo o que a empresa já é hoje”, explica.

O rebranding começou a ser estruturado no último ano, em um processo que levou 6 meses e reflete o novo modelo de negócios da empresa, com mudanças de produto e melhora de portfólio, que exigiu uma atualização da identidade visual da marca. “O novo modelo foi concebido a partir de uma série de pesquisas, entrevistas e relatórios de comportamentos e tendências. Foram mais de 500 entrevistas com consumidores, que junto com todo este material, serviram de base para rodadas de brainstormings realizadas com boa parte do time da Turbi”, destaca o CRO da Turbi, Luiz Bonini

O novo posicionamento da marca Turbi abre espaço para um primeiro movimento institucional de peso para a companhia. Com foco em apresentar a marca e reforçá-la como modelo de serviço diferente no segmento de locação automotiva e venda de seminovos, a campanha traz uma comparação entre o jeito velho e o jeito novo de alugar um carro e posiciona a empresa como uma marca que traz uma nova proposta para esse mercado.

“Nós estamos posicionando a Turbi como a locadora dos ‘dias de hoje’, por oferecer um serviço digital e acessível, sem filas, sem balcões, sem pedir para o usuário se deslocar quilômetros para pegar um carro. O que é muito diferente do que é feito neste mercado há décadas. Esse movimento já foi visto em várias categorias, como as de delivery, de streaming e até o setor bancário. E agora vamos mostrar que está mudando o de locação também”, explica o cofundador do Estúdio Cosmo, que é responsável pelo rebrand, estratégia e criação da campanha.

 

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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