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Toyota Corolla alcança a histórica marca de 50 milhões de unidades vendidas no mundo

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Toyota Corolla alcança a histórica marca de 50 milhões de unidades vendidas no mundo

Desenvolvido três décadas depois da fundação da Toyota, o primeiro modelo do Corolla chegou ao mercado mundial com grande aceitação e logo se tornou um objeto de desejo de consumidores no Japão e no mundo. Mais que um sedã, o Corolla serviu como um símbolo da filosofia e valores da marca, além de ser referência de qualidade e inovação no setor. Agora, esta trajetória de sucesso ganha uma nova página com o atingimento da histórica marca de 50 milhões de unidades vendidas no mundo.

A cada geração, nesses 55 anos de existência, o Corolla sempre se manteve fiel à sua filosofia original e é um dos símbolos autênticos do DNA de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade da marca. Produzido em 15 locais diferentes e vendido em mais de 150 países, o Corolla é o automóvel mais vendido do mundo, tendo sido o único a ultrapassar a marca de 1 milhão de unidades comercializadas em 2020. Além disso, é o modelo líder de seu segmento há sete anos consecutivos no Brasil e se manteve por muito tempo no ranking dos 10 veículos mais vendidos do País.

Produzido inicialmente na planta de Takaoka, no Japão, construída especialmente para o Corolla, a Toyota apostou no conceito “80 Point Doctrine + α”, que assegurava um carro de alta qualidade para surpreender o consumidor. Com essa premissa, a primeira geração do Corolla deveria alcançar uma média de 80 pontos em uma escala que variava até 100, e ainda acrescentar alguma característica extra. A eficiência do sistema fez com que ele continuasse a ser aplicado em todas as demais gerações do modelo.

Foto Toyota: Corolla Primeira Geração (1966)

Corolla no Brasil

No Brasil, o modelo chegou em 1994, após a abertura das importações de automóveis e, em três anos, também mostrou sua força no mercado nacional. Em 1997, a Toyota anunciou a construção da fábrica de Indaiatuba (SP) que, a partir de 1998, seria responsável pela produção do sedã em território nacional.

A edificação da planta foi um importante marco para a história da empresa no País, o que permitiu à fabricante consolidar sua atuação na indústria nacional e auxiliou sua expansão e desenvolvimento sustentável na América Latina.

Ao todo foram produzidas mais de 1,4 milhão de unidades na fábrica de Indaiatuba, considerando os mercados de exportação atendidos pela Toyota do Brasil na América Latina, como Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Colômbia, entre outros.

Ao longo dos anos, o Corolla se consolidou como líder absoluto na categoria de sedãs médios. Somente no primeiro semestre de 2021, mais de 23 mil unidades foram comercializadas do Corolla, o que lhe garantiu uma participação de 56% em seu segmento.

A 12ª geração, lançada no Brasil em setembro de 2019, chegou como um divisor de águas na indústria automotiva nacional. Pela primeira vez na história, um veículo híbrido com motor flex começou a ser produzido no Brasil, contribuindo para um maior entendimento dessa tecnologia por mais brasileiros e o consequente aumento desse nicho de mercado dentro do setor automotivo.

De janeiro a julho de 2021, por exemplo, as versões híbridas flex do Corolla sedã acumularam 4.287 unidades comercializadas, que se somadas aos números do irmão SUV Corolla Cross híbrido flex representam cerca de 60% do market share do segmento de veículos eletrificados no Brasil.


Foto Toyota: Corolla Cross (2021)

Corolla Cross

Em 2021, o Corolla escreveu um novo capítulo em sua trajetória no Brasil, com a chegada do SUV médio Corolla Cross. Produzido na fábrica de Sorocaba (SP), alia toda a tecnologia do motor híbrido, com o design sofisticado e a confiabilidade do sedã, atendendo a demanda de um dos segmentos que mais cresce globalmente.

Com um conceito urbano e carregando todo o DNA de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade da marca, o Corolla Cross deu continuidade ao sucesso do motor híbrido flex, tornando-se o segundo veículo híbrido no mundo capaz de rodar com um combustível limpo, o etanol.

Devido a sua oferta de qualidade, robustez, segurança e economia, em seu terceiro mês de vendas após o lançamento, alcançou a segunda posição de vendas dos SUV médios. A cada mês o modelo reforça sua posição no mercado e no acumulado de março a julho já registrou mais de 15 mil unidades emplacadas. Além disso, com duas versões híbridas disponíveis no Brasil, o modelo passou a liderar a categoria de eletrificados, com cerca de 5.237 mil unidades comercializadas.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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