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TOTVS ressalta a força dos brasileiros em nova campanha publicitária

Com filmes para TV e spots de rádio, a campanha batizada de “A TOTVS acredita no Brasil que faz” destaca a importância do perfil batalhador dos brasileiros, mesmo diante das adversidades
O que move tantas empresas pelos quatros cantos do Brasil em direção aos seus sonhos? FAZER. Essa é a força que leva empresas de todos os tamanhos a vencerem obstáculos todos os dias em nosso país. E este é o mote da campanha publicitária que a TOTVS – maior empresa de tecnologia do Brasil – lança nesta quinta-feira (16).
O filme, criado pelo b2biz – área de B2B Marketing da F.biz, destaca a crença de que o sucesso das companhias nacionais está ancorado na capacidade de realização dos brasileiros que enxergam oportunidades, mesmo nas dificuldades. O plano da campanha prevê veiculação do filme em TV aberta e por assinatura, além de spot para rádio, mídia impressa, displays em aeroportos e mídia digital.
“No filme, nos posicionamos como parte das empresas brasileiras que acreditam no país e que, graças ao trabalho duro, têm se destacado no mercado e impulsionado o sucesso de outras companhias nacionais”, destaca Diana Rodrigues, diretora de Marketing da TOTVS. A executiva explica que o novo filme na verdade é uma segunda fase da campanha ‘A TOTVS Acredita no Brasil Que Faz’, lançada em 2019. “Na primeira fase, dedicamos nosso foco às plataformas digitais, compartilhando histórias inspiradoras de alguns dos mais de 30 mil clientes da TOTVS. Nesta nova fase, a ideia foi ampliar a cobertura e impactar todo o ecossistema que nossas soluções envolvem. Sejam funcionários e seus familiares, desenvolvedores e apaixonados por tecnologia, parceiros, clientes ou usuários de nossos softwares.”
Antes do lançamento para TV e rádio, a TOTVS realizou um “soft launch” da campanha em diversos cinemas do país. O filme foi reproduzido em mais de 200 salas, durante a estreia de “Star Wars: a ascensão Skywalker”, lançado em 19 de dezembro.
“Fizemos um pré-lançamento durante o novo episódio de Star Wars, por ser uma referência entre o público apaixonado por tecnologia”, ressalta Diana.
Confira o vídeo: http://youtu.be/dsLVaQdknF8
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








