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TIM Music Noites Cariocas é o novo evento da plataforma de música da TIM

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Após anunciar a retomada da sua plataforma de música com apoio a grandes eventos e ações proprietárias, a TIM participa do resgaste de um dos mais emblemáticos festivais da música brasileira. Após um hiato de 12 anos, o Noites Cariocas está de volta ao Bondinho Pão de Açúcar / Morro da Urca, no Rio de Janeiro, e – contando com o patrocínio da operadora – a edição de 2022 passa a se chamar TIM Music Noites Cariocas.

Reconhecido por revelar artistas do rock e do pop nacional nos anos 80 e com uma segunda edição de sucesso entre 2004 e 2009, o evento é promovido pelos empresários Alexandre Accioly e Luiz Calainho, com realização da HUB 777, Accioly Participações e Bondinho Pão de Açúcar. Em 2022, são 14 shows programados para quatro finais de semana seguidos, entre os meses de março e abril. Dentre os nomes confirmados, estão a embaixadora da TIM, IZA, além de Ney Matogrosso, Os Paralamas do Sucesso, AnaVitória, Capital Inicial e Diogo Nogueira.

“O Noites Cariocas e o Rock in Rio são os festivais mais longevos do nosso país e participaremos desses dois eventos em 2022, o que mostra a importância da música em nossa estratégia de marca e comunicação”, pontua Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising & Brand Management da TIM. A operadora anunciou, no fim do ano passado, o patrocínio ao Rock in Rio Brasil 2022, além de outros apoios e ações proprietárias: “estamos retomando a nossa agenda de eventos com toda a cautela necessária, acompanhando a evolução da pandemia e as recomendações dos órgãos de saúde. Sabemos que pessoas querem voltar a viver experiências juntas e ao vivo e queremos proporcionar essa conexão com a música de forma segura, incentivando também um setor da economia que foi fortemente impactado e passa por grandes transformações”, acrescenta.

Reconhecido por ser o grande celeiro de artistas do Rock e do Pop nacional nos anos 80, o TIM Music Noites Cariocas acontecerá nos dias 18, 19, 25 e 26 de março e 1, 2, 8 e 9 de abril, no anfiteatro do Bondinho Pão de Açúcar / Morro da Urca. O festival reúne diferentes gerações da cena musical brasileira, incluindo artistas consagrados e nomes em ascensão. O primeiro dia (18/03), terá show duplo de Leo Jaime e Os Paralamas do Sucesso. No dia seguinte, (19/03), a apresentação é de Diogo Nogueira, com abertura de um pocket show do musical “TIM Maia”.

No segundo final de semana, tocam Capital Inicial, com abertura de Paulo Ricardo comemorando os 35 anos da banda RPM; e IZA, com abertura do músico Fernando Rosa (26/03). Os primeiros shows de abril serão Baiana System, com abertura de um pocket show do musical “Tributo a Cazuza” (01/04); e Ney Matogrosso (02/04). O final de semana de encerramento traz pocket musical “Tributo à Cassia Eller” abrindo o show da dupla AnaVitória (08/04) e a estreia da turnê “Baby e Pepeu 140 Graus”, de Baby do Brasil e Pepeu Gomes (09/04).

Luiz Calainho comemora a volta do festival e a parceria com a TIM: “esperamos um ano efetivamente emblemático, de retomada da vida, da alegria e da esperança. E nada melhor do que celebrar a música brasileira em um ambiente tão icônico quanto o TIM Music Noites Cariocas. Estamos muito felizes com a participação da TIM nessa edição, uma empresa tão próxima da música e que tem uma história de apoio a grandes eventos”.

A TIM sempre agiu de forma responsável diante da crise sanitária, protegendo colaboradores e clientes e colaborando com toda a sociedade no combate à Covid-19. Portanto, entende que a realização de todos os eventos está condicionada à evolução da pandemia no Brasil e no mundo e seguirá as normas estabelecidas pelas legislações locais.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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