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TIM anuncia mudanças na comunicação

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A jornalista Alessandra Ber é a nova Gerente Executiva de Relações com a Imprensa da TIM Brasil. Com mais de 20 anos de experiência em comunicação corporativa, ela já trabalhou no Santander, McDonald’s e, mais recentemente, na Via Varejo. Alessandra, que tem especialização em marketing e governança corporativa, chega à TIM para uma nova fase da área e da companhia.

“Queremos ser mais proativos, explorando para o público externo assuntos que já são reconhecidos internamente, como employer branding e diversidade, além dos temas relacionados a Telecom”, afirma. “Vamos trabalhar para dar mais relevância aos escritórios regionais, trazer boas histórias e mostrar como a conectividade muda a vida das pessoas.”

Na Vice-Presidência de Regulatório, Institucional e Relações com a Imprensa, na equipe de Mario Girasole, o time de Alessandra Ber na sede da TIM, no Rio, conta com Kaliandra Sá, Débora Proença, Juliana Isidoro e Caroline Pimentel. Nas regionais, é composta por Roberta Câmara e Fernanda Veiga (Nordeste/Norte), Sheyla Modesto (São Paulo), Rafael Guimarães (Centro-Oeste) e Silvia Bica (Sul).

A chegada de Alessandra marca também a mudança de agência de comunicação da operadora. Depois de seis anos à frente das ações de mensuração de dados de imprensa e consultoria para a TIM Brasil, a MassMedia conquistou a conta e será responsável por todo o trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas da empresa.

Para o atendimento da TIM, a MassMedia manterá uma equipe de dez profissionais distribuídos entre São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte. Além disso, usará seus escritórios regionais no Norte e no Nordeste. No Sul, terá como parceira a Zigg Comunicação e, no interior de SP, a agência ComTexto.

Referência no atendimento ao setor de infraestrutura, a MassMedia integra comunicação e tecnologia e lidera um projeto de análise de dados multicanais, com desenvolvimento de modelos preditivos de comunicação usando inteligência artificial e machine learning. O objetivo dessa nova etapa é usar tais dados para desenvolver um trabalho de comunicação assertivo, focado nos novos desafios da empresa.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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