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TikTok lança campanha para exaltar a mulher no universo gamer

#EssaMinaÉDima faz parte da iniciativa Gaming Hits, de TikTok, e conta com a participação de influenciadoras gamers da Final Level
No TikTok, as mulheres vêm se destacando cada vez mais no universo gamer e ganhando status de protagonistas. Então, para celebrar e exaltar este movimento, o TikTok lança a campanha #EssaMinaÉDima, em parceria com a plataforma musical Resso, como parte do projeto Gaming Hits, realizado pela Resso, Final Level e Universal Music.
A campanha, que acontece de 27 a 31 de agosto, terá uma página dentro do TikTok criada especialmente para ação, que reunirá vídeos de gameplay de criadoras de conteúdo da plataforma e de influenciadoras digitais da Final Level, além de um carrossel que destaca as criadoras de conteúdo do TikTok.
Para completar, a página será embalada pela música “Na Base”, primeiro single do projeto Gaming Hits (Resso + Final Level + Universal Music), com participação de Baiano, Leo Santana e Kawee e com clipe estrelado pela influenciadora Nyvi Estephan. Na página, haverá ainda um botão de ativação para criação de conteúdo com a música, que levará os usuários para a página da canção no TikTok.
“Estamos bastante animados com o lançamento de Gaming Hits, que não só proporciona uma conexão genuína dos universos gamer e de música, mas passa uma mensagem de diversidade e empoderamento. A ideia da campanha #EssaMinaÉDima é amplificar ainda mais as vozes das mulheres gamers na plataforma”, diz Gui Barbosa, Líder de Parcerias de Gaming do TikTok na América Latina.
Atualmente, a presença de mulheres gamers no TikTok tem ganhado força e alguns nomes têm se destacado, como Thaiga que tem 7.7M de seguidores, Mii com 5M, FunBabe com 1.5M, Milena Moreno com 1.4M, Nyvi Estephan com 1.2M e Natasha Panda com 1.1M, além de Laura com 872.3K, Fernanda Sun Hee com 541.2K, da dupla Gabi e Mari (@play.zone) com 456.6K, Diana Zambrozuski 235.1K e Alice Gobbi com 128.9K.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







