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The Walt Disney Company fecha parceria com o Grupo Logan

O Grupo Logan, que engloba as empresas Logan e PMP. BID, anuncia parceria estratégica com o The Walt Disney Company para impulsionar a media mobile da companhia no mercado brasileiro. A tecnologia desenvolvida pela Logan permitirá que a gigante do entretenimento interaja com cada indivíduo no mobile por meio de formatos interativos e crie jornadas cross-screen, que vão da entrega de formatos de push para estratégias de second screen à extensão da entrega na realidade virtual dos videogames.
A iniciativa oferecerá aos clientes da Disney uma visão do mobile evoluída para meta mobilidade, visão holística do mundo da mídia atual introduzida no mercado latino americano pelo Grupo Logan, e apresentada recentemente pela primeira vez na Colômbia, em ocasião do evento Brand 100.
A parceria Logan Disney
A Logan fornecerá os seus serviços por meio do licenciamento dos branded contents do Grupo Disney. O projeto é uma verdadeira sinergia que irá aproveitar a fluidez e a elasticidade do produto Logan para veicular conteúdos exclusivos da TWDC e complementar de forma personalizada e eficaz as inúmeras ofertas de conteúdo premium presentes no universo da Disney. Adicionando ferramentas de Business Intelligence e Marketing Technology através da plataforma de dados proprietária de LoganSuper Small Data,e os modelos de atribuição exclusivos de visitas ao ponto de venda da tecnologia de geolocalização Real World.
A tecnologia Super Small Data, implementada pela Logan, analisa os dados de comportamento online e offline de forma anônima e transparente e os agrega ao próprio ecossistema de dados, identificando o interesse dos usuários e impactando através de peças publicitárias personalizadas para cada cluster, maximizando o engajamento.
A união com a TWDC celebra o lançamento no mercado brasileiro do conceito de MetaMobilidade lançado pelo Grupo Logan, uma tecnologia que permite, por intermédio de retargeting de campanhas Cross Device, unificar as experiências das jornadas on e off do usuário, em um continuum entre experience de mobilidade no mundo físico e nos ambientes virtuais do online.
Francesco Simeone, Chief Growth Officer Global e gerente geral Brasil do Grupo Logan comemora a parceria, “formar parceria com uma empresa como a TWDC é para nós uma honra e nos gera um orgulho imenso, trabalhamos duramente desde o começo da nossa operação brasileira, em 2015, para posicionar com mérito o Grupo Logan como empresa inovadora, confiável e eficaz e, hoje, virar provedor oficial de tecnologia do TWDC é o coroamento de todo esse trabalho feito com grande mérito de todas nossas equipes nacionais ao longo desses anos”.
“A Logan vem ao encontro com todo movimento que a companhia faz, buscando inovação e tecnologia que agregue ainda mais valor ao nosso conteúdo. Com a parceria, expandimos nossos pontos de contato, maximizamos nosso inventário e abrimos um novo universo de oportunidades. O projeto irá aproveitar da fluidez e elasticidade do produto Logan para complementar de forma personalizada e eficaz as ofertas da Disney. Estamos falando de mais geração de dados, segmentação, geolocalização, customização que passa transversalmente por nossos pilares”, afirma Adriana Vendl, Head Digital and New Business, do Grupo Disney
A sinergia Logan e Disney visa juntar e exaltar os pontos de força dos líderes dos respectivos segmentos de atuação. A qualidade dos branded contents do grupo Disney e a tecnologia Logan prometem alcançar o público certo, no momento certo e com o formato correto, estendendo os efeitos das campanhas Disney para uma dimensão cross device e multi channel.
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.








