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The Coca-Cola Company revela nova plataforma global de marca para Coca-Cola

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The Coca-Cola Company revela nova plataforma global de marca para Coca-Cola
Coca-Cola revelou sua nova filosofia e plataforma de marca global chamada A Magia Acontece, que convida todos a celebrar a verdadeira magia da humanidade.

A plataforma global atualiza a promessa de Coca-Cola de unir e inspirar pessoas ao redor do mundo no dia a dia – com relevância renovada para o mundo em que vivemos hoje. Criada a partir das principais lições que os últimos 18 meses deram a todos, a filosofia da marca busca mostrar que podemos encontrar a verdadeira magia no nosso entorno, quando nos reunimos em momentos inesperados e mesmo em tempos imprevisíveis, transformando algo cotidiano em extraordinário. Ao mesmo tempo, A Magia Acontece também reconhece as muitas contradições vividas pelas novas gerações, que encontram harmonia e conexão humana em um mundo virtual e contraditório.

“Coca-Cola é uma marca definida por dicotomias: humilde, mas icônica, autêntica e secreta; real e mágica”, afirma Manolo Arroyo, Global Chief Marketing Officer de The Coca-Cola Company. “A filosofia A Magia Acontece está enraizada na crença de que as dicotomias podem tornar o mundo um lugar mais interessante – um lugar de pessoas extraordinárias, oportunidades inesperadas e momentos maravilhosos. Ao mesmo tempo, capta a essência da própria Coca-Cola: um verdadeiro sabor indescritível, único, um toque de verdadeira magia”, completa.
Essa é a nova plataforma global da marca Coca-Cola desde 2016, lançada junto de uma identidade visual renovada, bem como uma nova perspectiva sobre o logo da marca que aparecerá em todas as suas comunicações. Inspirado por sua representação nas embalagens de seus produtos, o logo “Abraço” eleva a marca registrada da Coca-Cola em garrafas e rótulos de lata dando uma assinatura visual que irá abraçar e enquadrar momentos de magia nas suas comunicações.

Coca-Cola está trabalhando em parceria com artistas, fotógrafos e ilustradores para trazer à vida o conceito de A Magia Acontece por meio da adoção do logo “Abraço”. Através de suas próprias visões distintas e sem filtros, esses artistas darão vida a momentos da magia do dia a dia de maneiras inclusivas e coletivas, mas também individuais e expressivas. Os parceiros de design incluem Wieden + Kennedy London, KnownUnknown e Kenyon Weston.

“A Magia Acontece não é simplesmente um slogan ou uma campanha única, é uma filosofia de marca de longo prazo. Uma crença que conduzirá e guiará o marketing e as comunicações da marca Coca-Cola”, disse Arroyo.

Essa filosofia é lançada com uma nova campanha chamada “Estamos a uma Coca-Cola de distância”. Misturando mundos real e virtual, o vídeo é uma metáfora que fala à crença de que o que nos une é maior do que o que nos diferencia e celebra nossa humanidade. O filme, que foi lançado online no último 27 de setembro, questiona o que aconteceria se Coca-Cola, como um símbolo de união, pudesse aproximar universos separados para que a magia aconteça. O filme também apresenta três conhecidos gamers: DJ Alan Walker, Team Liquid’s Aerial Powers e Average Jonas.

“Estamos a uma Coca-Cola de distância” foi criado em parceria com a agência de publicidade BETC London, o diretor de cinema Daniel Wolfe e o parceiro de produção especialista em games e CGI Mathematic.

A campanha também conta com execuções de mídias sociais e digitais, em mercados selecionados, na América Latina: México, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Coca-Cola também promoverá nesses países uma experiência virtual de “caça ao tesouro”, que consiste na busca por 25 códigos ocultos no filme , a partir de 11 de outubro, por meio da qual as pessoas poderão ganhar prêmios (como sessões de jogos com gamers famosos). Por meio da colaboração com o Brand Partnership Studio da Twitch, o serviço de transmissão interativa ao vivo, os streamers de game da rede social desbloquearão outros 10 códigos com seus espectadores, durante as transmissões ao vivo em seus canais da Twitch.

Como parte da campanha, Coca-Cola concederá prêmios aos consumidores que encontrarem e inserirem os códigos ocultos em um site da marca. Os vencedores têm a chance de receber artes colecionáveis de personagens de campanha e sua parte em um dos maiores prêmios de Bits, um bem virtual usado para mostrar apoio aos streamers da Twitch, como parte dos sorteios administrados pela Coca-Cola.

“Por meio da plataforma A Magia Acontece, queremos envolver as pessoas de maneira muito diferente por meio de um ecossistema de experiências únicas”, disse Arroyo. ‘Estamos a uma Coca-Cola de distância’’ foi construído para (e com) uma comunidade que exige algo diferente. No desenvolvimento desta campanha, fizemos parceria com os melhores criadores, jogadores, com a Twitch e outros para encontrar nosso lugar em uma realidade diferente de todas as que conhecemos. Isso é tremendamente empolgante”, completa o executivo.

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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