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TC contrata nova diretora de Marketing

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O TC, a plataforma de inteligência e informação do investidor pessoa física, acaba de anunciar a contratação de Cristianne Alves, experiente profissional do mercado, para a área estratégica de Marketing. Há mais de 10 anos atuando nas áreas de Marketing e Comunicação Corporativa de grandes empresas, a nova diretora de Marketing do TC é especializada em construção e proteção de marcas.

Com sua expertise, Cristianne foi responsável por fazer a gestão de grandes marcas como PicPay, com aplicação de planos estratégicos de comunicação integrada 360º. Também liderou as equipes de Marketing das unidades da Thomson Reuters na América Latina, sendo responsável pela implantação, em São Paulo, do 1º Laboratório de Inovação promovido pela multinacional na região. A diretora de Marketing também é cofundadora da Histeria Games e responsável pelas frentes de go-to-market, comunicação corporativa e relações com investidores da startup.

“Vivemos um momento único no mercado financeiro, com uma grande quantidade de pessoas entrando no universo dos investimentos. No Brasil, 1,5 milhão de investidores ingressaram na bolsa apenas em 2020. Então ter uma profissional como a Cristianne na empresa é essencial para acelerarmos na nossa missão de trazer novos investidores para o mercado de capitais, com responsabilidade e promovendo inovação na vida das pessoas, além de estreitar a comunicação com os nossos usuários”, afirma Pedro Albuquerque, CEO do TC.

Com MBA em Marketing Management pelo Ibmec Business School, Cristianne Alves tem a missão de contribuir com a penetração do TC no País, além de fortalecer e posicionar o negócio como uma empresa que viabiliza a democratização do acesso às informações sobre o mercado financeiro.

“Chego motivada com o desafio de estruturar e conduzir a estratégia de expansão e ganho de escala do TC, a fintech no modelo SaaS (software como serviço) que mais cresce no País. Nosso time está empenhado em construir mensagens e iniciativas que, além de gerar awareness para a marca nesse mercado em ebulição, engajem o maior número de pessoas na busca por conhecimento e mudança real em suas vidas financeiras”, conta Alves.

Hoje, a estrutura de Marketing do TC é formada por mais de 30 colaboradores e segue em crescimento, contando com pilares de Performance, Product Marketing, Branding e Criação.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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