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Taco Bell convida brasileiros a inclinarem a cabeça ao comer tacos

A Taco Bell– rede californiana com cardápio inspirado na culinária mexicana – anuncia o lançamento de sua campanha global com foco educacional no Brasil. Com o objetivo aproximar o público brasileiro do universo da marca, desmistificando os icônicos produtos de forma leve e educativa, a campanha de marketing “Tiltvertising” é inspirada na experiência única e universal de inclinar a cabeça para comer um taco. Esse movimento de 45 graus feito para dar a mordida perfeita é batizado pela marca de “Taco Tilt”.
Trazendo de forma humorada e autêntica o conceito da marca Live Más, um verdadeiro convite para vivenciar novas experiências com a Taco Bell, a peça principal da campanha traz a mensagem: “Se você virou sua cabeça pra ler isso, você já sabe como comer um taco!”.
As ativações incluem ampla presença digital e mídia out of home (OOH) nas principais cidades em que a marca está presente, como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Brasília, além de conteúdos com influenciadores digitais até o fim de dezembro.
No mercado brasileiro, a campanha ganha uma versão exclusiva e inédita: um jingle criado com inteligência artificial generativa em parceria com a Blow Records, produtora que se tornou fenômeno entre a geração Z por reinventar hits com estética retrô.
Karla Patino, Chief Marketing Officer da Taco Bell América Latina, destaca que a Taco Bell no Brasil passa por um momento de expansão e construção de awareness, buscando educar o público em duas frentes: marca, com o lifestyle e humor, e produtos, mostrando os ícones do cardápio e como se come principalmente o taco, burrito e crunchwrap. “Apesar da popularidade global, muitos brasileiros ainda não sabem como comer tacos. Retiram o recheio ou usam talher, além de não reconhecerem os nomes dos produtos. Com a campanha global ‘Tiltvertising’, a Taco Bell reforça seu posicionamento Live Más, celebrando de forma divertida e inovadora o prazer de comer tacos, agora com um toque brasileiro e sonoridade únicos, em parceria com a Blow Records”, conta Karla Patino.
“Criar esse jingle me fez mergulhar na experiência Live Más e transformar esse universo cheio de sabor e alegria em uma música superenvolvente, que é a cara da Taco Bell”, conta Zenital, compositor da música.
“Quando Taco Bell trouxe esse desafio interessante, topamos de cara. Unimos o funk, com a IA e a nossa conexão com a geração Z para apresentar o estilo tão divertido da marca. O resultado do jingle é uma versão vibrante e ao mesmo tempo convidativa para correr para a loja mais próxima”, diz Raul Vinicius, fundador da Blow Records.
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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.








