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Taça das Favelas Free Fire vira projeto de inclusão digital com Itaú e Loud

Maior torneio de eSports entre favelas do mundo chega com novidades, como a distribuição de chips com conexão à internet e cursos
A Taça das Favelas Free Fire, maior torneio de Free Fire entre favelas do mundo criado e promovido pela Favela Esporte em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), acaba de anunciar seu retorno com uma temporada ainda maior. Baseado no popular jogo para celulares, a edição 2021 do campeonato prevê um volume de inscrições de mais de 200 mil jogadores e contará com 1296 seleções de favelas de todos os estados do Brasil.
Além disso, o projeto agora conta com o Itaú como patrocinador oficial, que viabilizará diversas ações para promover o torneio e dará suporte aos times envolvidos, incluindo distribuição de chips de conexão de internet para todas as equipes que avançarem para as etapas estaduais, em um projeto inédito de inclusão digital e uma série de conteúdos sobre educação financeira e empreendedorismo no mundo dos games através de um bot de Whatsapp.
A parceira é uma cocriação entre Cufa, Loud, Itaú e Druid, agência especialista em Business to Gamer que atende o banco – e é parte da campanha #IssoMudaOGame, movimento iniciado pela marca para se aproximar do universo gamer e promover a transformação e impacto social por meio dos eSports.
“Queremos nos conectar cada vez mais com as novas gerações, daí a aproximação com a comunidade dos gamers. E o relacionamento que estamos construindo com esse público começa com duas perguntas fundamentais: o que podemos aprender e o que podemos fazer para ajudar a transformar a vida dessas pessoas para melhor?”, diz Eduardo Tracanella, diretor de Marketing Institucional do Itaú. “É um processo que começa com escuta e o convite para a cocriação”, acrescenta.
A iniciativa conta, ainda, com um grande showmatch com os finalistas e conteúdo produzidos pela LOUD, uma das organizações de eSports mais relevantes do momento, e que também participa do projeto como parceira oficial, apadrinhando o torneio e trazendo seus maiores influenciadores para participarem do evento e da campanha.
Taça das Favelas Free Fire
As inscrições já estão abertas no site oficial do evento e as favelas interessadas em participar poderão manifestar interesse através de um formulário até o dia 28 setembro, onde posteriormente poderão ser selecionadas pelas CUFAs para habilitar a inscrição de jogadores que desejam participar.
A competição então seguirá para um formato estadual, onde as favelas vencedoras avançam para a etapa nacional. As inscrições de jogadores poderão ser feitas a partir do dia 29 de setembro e encerram no dia 13 de outubro.
Uma das grandes novidades desta edição da Taça das Favelas Free Fire é a de que os segundos colocados de cada região terão uma nova chance de avançar em uma fase de repescagem, até formarem os 36 times que seguem para a etapa nacional. A final do campeonato está programada para acontecer no dia 4 de dezembro e a premiação total desse ano será superior a R$100 mil, além de um bootcamp com a Loud para o time vencedor.
A coprodução da Taça das Favelas Free Fire este ano fica a cargo da empresa LNK Gaming, e as etapas decisivas do torneio, assim como o showmatch com a LOUD, serão transmitidas ao vivo nos canais oficiais do campeonato e nos canais oficiais da Garena, que também é parceira do projeto.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








