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Swift e Retail Media firmam parceria para criação de ecossistema completo de mídia física e digital

A Swift e a Retail Media, empresa brasileira especializada em mídia Out of Home voltada a ambientes de consumo, anunciaram uma parceria estratégica para criar um ecossistema completo de mídia dentro e fora das lojas da Swift. O acordo contempla a gestão de telas digitais, rádio corporativa e espaços no ambiente digital da marca — uma iniciativa que reforça o posicionamento inovador da Swift e proporciona às marcas novas oportunidades de conexão com o consumidor em momentos-chave da jornada de compra.
O projeto inclui a implementação de videowalls em LED, em mais de 200 lojas da Swift, localizadas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiás. Esses painéis de LED garantem alta qualidade de imagem e têm como objetivo atrair a atenção dos clientes, estimular a decisão de compra e gerar encantamento no ponto de venda. Além de dinamizar o ambiente e modernizar o visual interno das lojas, os LED’s oferecem flexibilidade para destacar categorias estratégicas e campanhas sazonais, contribuindo para o aumento de vendas e da rentabilidade.
“A Swift aposta constantemente em inovação para aprimorar a experiência dos nossos consumidores. Com essa nova frente de mídia, buscamos reforçar nosso papel de liderança ao adotar soluções alinhadas às principais tendências do varejo global, como vimos recentemente na NRF em Nova York”, afirma Marcos Carvalho, diretor de marketing da Swift. “Acreditamos que o projeto trará ganhos significativos não só em termos de vendas, mas também na integração com nossos fornecedores por meio de parcerias de merchandising, ativações e mídia. A qualidade do sistema, operado com tecnologia robusta e confiável, também nos dá segurança para escalar essa solução.”
A parceria ainda abrange o ambiente digital da Swift, com presença no site, no e-commerce e na rádio corporativa da marca — canais que vêm ganhando relevância tanto na fase de consideração quanto na conversão de compra. Essa abordagem multicanal reforça a estratégia da Swift de estar presente em todos os pontos de contato com o consumidor. “A Swift tem uma oferta completa de varejo multicanal para os consumidores e, por isso, entendemos que a melhor solução de retail media deve envolver um ecossistema completo, com presença em lojas, online e até mesmo em rádio. Assim, as marcas podem estar presentes em todos os pontos de contato e conversar com o consumidor em diversos momentos de sua jornada”, explica Cristiano Tassinari, CEO da Retail Media.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








