Empresa
Suvinil apresenta novo conceito para escolha de cores

Escolher cores como meio de transformação da casa – pintar paredes, tetos, móveis e objetos – é uma forma de expressar personalidade e deixar os ambientes com mais vida e identidade. Mesmo que seja um processo bastante pessoal, há como torná-lo mais prático e intuitivo. Para isso, a Suvinil apresenta um novo conceito para escolha de cor, fundamentado em diferentes luminosidades e aspectos visuais.
A inovação reverberou no leque de cores da marca, que foi reformulado a partir da concepção. O Novo Leque Digital Suvinil, com mais de duas mil nuances,ajuda o consumidor a entender não apenas qual cor ele deseja para o ambiente, mas também quais são as sensações que ele procura por meio das diferentes saturações. As paletas agora se segmentam em: Cinzas Neutros, Brancas e Leves, Claras e Suaves, Intensas e Vibrantes, Acentuadas e Acolhedoras, Neutras e Clássicas e Cores Prontas para Parede.
Com três pilares estruturais, o lançamento ressalta a facilidade em cor, com objetivo de fazer com que o consumidor se sinta mais confiante durante o processo de decisão, promovendo uma oferta mais fácil e intuitiva; referência em cor, com experiência e conhecimento indicado pelos especialistas Suvinil e por meio das melhores opções e tendências para o mercado; e inspiração em cor, fazendo com que os consumidores possam sentir e vivenciar as cores, afim de inspirá-los a colorir suas casas e histórias.
Com essa nova maneira de escolher diferentes tonalidades, a Suvinil leva em consideração o que as pessoas desejam sentir quando estão em um ambiente colorido, ou simplesmente quando olham para sua parede com uma nova cor. Por exemplo, se a ideia é criar um espaço mais alegre, uma boa alternativa é a paleta Intensas e Vibrantes, que propõe injetar energia ao lugar com alta potencialização de cor. Já se a intenção é criar um ambiente de concentração e criatividade, como um home office, aposte nas Acentuadas e Acolhedoras, tons mais escuros, que atribuem um caráter aconchegante e dão personalidade a qualquer espaço.
“Por trás de cada escolha, existem diferentes perfis, estilos, jeitos, dinâmicas, receios e desejos. A cor é uma verdadeira forma de expressão. Por isso, investimos em um processo de escolha mais intuitivo, um novo jeito de oferecer informação e conhecimento, além de facilitar a navegação por referências e sensações. Nosso objetivo é tornar essa experiência mais inspiradora e prazerosa para todos os públicos. A decisão é sua, mas chegar até ela fica muito mais fácil com essa nova forma de entendimento das cores e de como usá-las para pintar novas histórias”, diz Juliana Hosken, Diretora de Marketing da Suvinil.
Além do novo leque, a Suvinil apresenta quatro coleções que funcionam como curadorias, oferecendo conhecimento, educação e dicas valiosas para que a escolha da cor se torne mais fácil e assertiva. Seleção Suvinil, Suvinil Revela 2021, Combina com Tudo e Pra Colorir inspiram consumidores, designers, arquitetos, pintores e especialistas a se abrirem para novas possibilidades na hora da tomada de decisão e na combinação das tonalidades. Os conteúdos exploram diversos conceitos, como uso de cores tendências, comparativos entre diferentes nuances e as sensações que elas trazem.
Imagem: Coleção Combina com Tudo
Imagem: Coleção Pra Colorir
Para disponibilizar seu Novo Leque Digital Suvinil, as novas coleções, todo racional e ferramentas de cores, com conteúdos exclusivos e desenvolvidos por seus especialistas em cor, a Suvinil já está com site e aplicativo totalmente reeditados. Confira de perto as novidades da marca em www.suvinil.com.br/cores para se inspirar nessa imersão colorida.
Empresa
IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
Empresa
Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







