Universo Live
Startup reduz em até 90% o tempo gasto com atividades de marketing no varejo

O setor varejista é um dos mais movimentados e exige mais tempo e concentração para desenvolver estratégias de marketing e vendas. Mas muitas equipes gastam tempo demais com criação e otimização de campanhas online, que hoje podem ser automatizadas e executadas com ainda mais precisão. É o que oferece a Pareto, startup de Inteligência Artificial especializada em RPA para marketing e vendas.
Com a automação de processos robóticos, é possível economizar, em um ano, até 4980 horas de trabalho ou ter 28,3 meses a mais no mesmo período. Com o uso da tecnologia, a gestão e monitoramento das campanhas de mídia paga são realizados automaticamente, como alertas e sugestões de otimização para o profissional executar, muitas vezes, com apenas um clique.
“A nossa missão é devolver aos profissionais o tempo desperdiçado em tarefas repetitivas, como fazer análises, preencher planilhas e monitorar dados. Queremos que os profissionais de marketing e vendas trabalhem em atividades realmente estratégicas, reduzindo o estresse, ansiedade e até burnouts, tão ligados à fadiga mental de atividades monótonas. Além disso, o empresário vai ganhar uma operação com menos falhas humanas, um time mais engajado e super produtivo, já que o tempo com tarefas repetitivas foi poupado. As pessoas e empresas deveriam usar a inteligência artificial para impulsionar os profissionais e não para substituí-los. E é exatamente isso que estamos fazendo por aqui”, explica Rica Barros, CEO da Pareto.
Cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que o varejo deve movimentar R$ 34,3 bilhões só neste Natal, um avanço de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O que ressalta a importância da gestão do tempo dos profissionais de marketing e vendas, usando tecnologia para reduzir a carga operacional e aumentar a dedicação ao trabalho estratégico. O foco deve ser investir tempo em diferenciais da marca de negócio para, consequentemente, aumentar o volume de vendas.
“Esse é um momento estratégico para o setor varejista. Mais de 90% das buscas por presentes no ano acontecem nesta época. É importante que as empresas comecem a se preocupar com a produtividade estratégica e intelectual do seu time, especialmente em datas com tantas vendas na balança. Além disso, a atenção tem que estar redobrada para erros manuais, especialmente no Marketing. Por isso, vale cada esforço de usar RPAs de um clique, como as que entregamos na Pareto. Em menos de 2 minutos, é possível ter boa parte das campanhas online automatizadas”, finaliza Barros.
Universo Live
Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.
Universo Live
Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.
A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.
A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.
A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.








