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Spotify incentiva valorização da cultura preta em “Abra Seus Ouvidos”

Para apoiar o cenário da música de pessoas pretas, Spotify convidou Ludmilla, Djonga, Mc Dricka e L7NNON para estrelar a campanha
Não haveria música sem a influência da cultura preta. No entanto, essa contribuição está longe de receber o reconhecimento adequado. Com a missão de impulsionar o crescimento da indústria e apoiar todas as manifestações culturais, Spotify lança ” Abra Seus Ouvidos” e convida o público a escutar o que as vozes pretas têm a dizer.
Com participação de Ludmilla, Djonga, MC Dricka e L7NNON, a iniciativa apresenta relatos que ilustram a extensão desse preconceito na construção da indústria cultural. A partir das experiências pessoais dos convidados, a campanha questiona: “Você me ouve. Mas você me escuta?”. Essa indagação é o fio condutor do filme oficial da campanha, que conta com a voz da cantora Ludmilla, declamando um poema da Kimani, a poeta de slam do Grajaú.

“Escutar a voz dos pretos muda a realidade objetiva. A primeira coisa que muda é no bolso de quem está sendo escutado. E subjetivamente, muda para quem está ouvindo. Se essa pessoa é preta, ela vai se identificar e falar que existe alguém igual. E se essa pessoa não for preta, talvez ela passe a compreender um pouco as questões que devem ser compreendidas para o mundo ficar um pouquinho diferente”, diz Djonga em um dos vídeos da campanha.
Como parte da campanha, o Spotify também lança a enhanced playlist ” Abra Seus Ouvidos” – que contará com vídeos e áudios exclusivos dos artistas que participam da campanha, compartilhando suas próprias perspectivas e experiências em como é ser um artista negro, além de revelar quais são os outros artistas que influenciam a arte e a obra produzida por eles até hoje.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Tendências do marketing de influência em 2026

O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público.
Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional.
“Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.
Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026.
Campanhas pontuais perdem espaço
Em vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão.
Autenticidade como resposta à IA
Com a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização.
Conteúdo nativo por plataforma
Conteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público.
Influenciadores como fonte de busca
Cada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra.
Dados orientando decisões
Em 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão.
Profissionalização e disputa por atenção
O impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500,00 e R$ 2 mil por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.
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C9 Tech cria plataforma de gift cards digitais pensada para escalar no varejo físico

A C9 Tech, empresa brasileira de tecnologia, desenvolveu uma plataforma de gift cards digitais voltada a operações de varejo físico que precisam ampliar vendas, engajar consumidores e ativar campanhas promocionais sem gerar complexidade para lojistas.
A proposta da solução é transformar o gift card em uma ferramenta de relacionamento e geração de fluxo, com uso imediato nas lojas físicas e aceitação ampla. O modelo elimina barreiras comuns a esse tipo de iniciativa, como a necessidade de cartões físicos, maquininhas específicas ou integrações técnicas extensas, tornando a ativação rápida e escalável.
A experiência para o consumidor é simples: o gift card é adquirido de forma digital, enviado por link e utilizado diretamente no ponto de venda por meio do QR Code Pix do próprio estabelecimento. Para o lojista, a operação acontece dentro da rotina já existente, sem ajustes no sistema ou custos adicionais de adesão.
Segundo Thiago Chaves Ribeiro, fundador e CEO da C9 Tech, a plataforma foi pensada desde o início para atender ecossistemas com múltiplos estabelecimentos, como shoppings, centros comerciais e grandes redes. A lógica de funcionamento permite que novas lojas entrem na operação de forma orgânica, mantendo a fluidez da experiência e o controle centralizado da gestão.
“Nosso foco não é apenas tecnologia, mas impacto comercial. Criamos uma solução que ajuda o varejo físico a vender mais, ativar campanhas e se conectar com o consumidor de forma relevante, sem fricção para quem está na ponta”, afirma o CEO.








