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Spotify e KondZilla: parceria inédita promete quebrar tudo no mundo do funk

Imaginaram como seria se juntássemos dois dos maiores nomes da música no Brasil em um feat inédito? Então preparem-se, porque o funk nunca mais será o mesmo! Convoca o bonde todo, porque a partir do dia 05 de novembro, todos os usuários da plataforma poderão conferir a união do Spotify com a KondZilla. Não, eu não tô falando só de músicas e lançamentos bolados, eu tô falando de áudio e vídeo na mesma playlist. Sim, só o melhor do funk em vários formatos diferentes… SéLoco!
O Spotify e a KondZilla se juntaram para lançar o melhor conteúdo original e exclusivo, com linguagem identificada com o universo do funk, que promete entreter e agradar a todos. Tudo começa com a playlist ” Baile Novo“, que terá co-curadoria da KondZilla e irá apresentar o som dos novos nomes do funk, trazendo o que há de melhor na categoria.
A parceria engloba também a produção inédita de três vídeos verticais exclusivos, estrelados por alguns dos maiores nomes do funk, como MC Kekel,MC JottaPê,Lexa e Pocah. Para completar, tem ainda o desenvolvimento e a produção do podcast “No Passinho do Funk“, uma áudio-série especial que irá explicar todas as facetas do gênero, com convidados como Tainá Costa,Dadá Boladão,Rennan da Penha,Dennis DJ, entre outros.
“Estamos muito felizes em poder anunciar esta parceria. Mais do que oferecer produtos de altíssima qualidade para nossos usuários, ela irá mostrar a importância do gênero para o mercado da música e seu impacto cultural na sociedade, já que o funk é um dos poucos ritmos que consegue atingir todas as audiências“, afirma Roberta Pate, diretora de relacionamento com artistas e gravadoras do Spotify na América Latina.
O primeiro vídeo “Amor de Balada” – um lançamento Som Livre e KondZilla Records, poderá ser conferido, com exclusividade, no Spotify nesta sexta-feira, 06 de novembro. A versão vertical do clipe inédito fruto de um feat entre MC Kekel e Mc Don Juan – estará dentro da playlist Funk Hits . Além do vídeo, nessa mesma data, os usuários poderão conferir o single que também estará disponível na plataforma do Spotify.
Promissora, a parceria sela a união de dois gigantes da indústria da música. De um lado o Spotify, a maior plataforma de streaming de áudio do mundo, presente em 92 mercados, conta com 320 milhões de usuários ativos globalmente, 60 milhões de músicas, 1,9 milhão de podcasts e 4 bilhões de playlists. Do outro, a KondZilla, uma holding de empresas comandada pelo fundador e CEO Konrad Dantas, que tem levado o funk cada vez mais longe através não só da música, mas também de séries, entretenimento, licenciamento, produções e uma atuação multiplataforma com marcos como o canal KondZilla no YouTube, que é o primeiro canal do YouTube na América Latina a atingir 60 milhões de inscritos e mais de 30 bilhões de visualizações, onde estão os únicos dois videoclipes brasileiros com mais de um bilhão de visualizações. Vale destacar também a KondZilla Records que conta com os principais artistas do gênero como Kevinho, Lan, MM, Dede, MC JottaPê, MC Kekel, Lexa, Tainá Costa, entre outros e que tem como foco promover o genêro musical não só no Brasil, mas no mundo.
“Estes feats vem ao encontro do nosso objetivo que é produzir conteúdos que promovam a importância do funk, possibilitando a inclusão dos jovens de favela no cenário da cultura mundial e o Spotify é o parceiro perfeito para isso“, comenta Konrad Dantas, Fundador e CEO da KondZilla.
Todo mundo curioso para conferir como será esse feat? É só acessar o Spotify e aproveitar! É importante ressaltar que todo o conteúdo de músicas e podcasts pode ser acessado gratuitamente no Spotify. É só fazer um cadastro de usuário Free para curtir todo o conteúdo disponível na nossa plataforma gratuitamente. Aqui nessa página você encontra o passo a passo para criar uma conta no Spotify caso ainda não seja usuário.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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