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Soul TV fecha acordo com CNN Brasil para streaming e abre modelo à la carte de assinatura

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Soul TV fecha acordo com CNN Brasil para streaming e abre modelo à la carte de assinatura
A Soul TV, plataforma streaming de TV interativa e primeira social TV do mundo, acaba de fechar acordo com a CNN Brasil para transmissão do canal de notícias 24 horas por dia. A estreia aconteceu na segunda-feira (06), marcando o lançamento de modelo à la carte da plataforma. Em setembro e outubro, os mais de 100 mil usuários cadastrados na Soul TV terão acesso gratuito à programação. A partir de novembro, um valor mensal promocional será oferecido e a partir de janeiro de 2022, será cobrado o valor integral.

Além da transmissão de conteúdo na íntegra, a Soul TV oferece a todos os canais o modelo de anúncio clicável (T-Commerce), exibido na tela sem atrapalhar a experiência do telespectador. Por meio da interação entre televisores e celulares em apenas um clique, o formato exclusivo permite fazer compras por meio da plataforma ou acessar conteúdos exclusivos, funcionando como um canal de marketing, com publicidade interativa e endereçável.

Outra ferramenta da Soul TV que pode ser utilizada é o recurso de social TV, também inédito da plataforma. O recurso conecta aparelhos de TVs conectadas (smart TVs) e celulares em uma grande rede social, onde as pessoas poderão adicionar amigos e interagir por meio de stickers personalizados durante as transmissões.

“Somos uma plataforma democrática, abrigando canais abertos, por assinatura, pay per view e VoD. A entrada da CNN Brasil na Soul TV reforça nosso propósito de promover a inclusão digital. Nesse sentido, se trata de um exemplo claro de como canais pagos podem migrar, perfeitamente, para o streaming e continuar com o sistema de assinatura para liberar o conteúdo. Nossa missão é possibilitar a distribuição de conteúdo globalmente para um número cada vez maior de pessoas de forma gratuita ou por um custo acessível”, explica Ricardo Godoy, CEO e head de Inovação e Transformação Digital da Soul TV. A plataforma conta com Winston Ling como investidor anjo.

Há mais de um ano e meio no ar, a CNN Brasil tem se destacado no segmento de mídia. Os investimentos na entrega de conteúdo multiplataforma e a atuação independente da linha editorial conquistou não só audiência e credibilidade, mas diversas premiações no ano passado.

“Estamos muito felizes com a parceria e a opção de estender nossa distribuição para os assinantes da Soul TV no Brasil”, destaca Anthony Doyle, VP de Distribuição da CNN Brasil. O acesso ao canal da CNN Brasil na Soul TV pode ser feito via TVs conectadas, da Samsung e LG ou por meio de download da plataforma em smartphones, tanto iOS quanto Android.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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