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Soul TV é a primeira TV Interativa gratuita com foco em t-commerce

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A SOUL TV é a nova plataforma de tv interativa que chega ao mercado mundial para trazer entretenimento somado a inúmeras possiblidades de interação e comércio eletrônico.


Envolvendo os quatro pilares: conceito e narrativa da tv convencional (broadcast) atrelado à logica digital, crescimento exponencial do e-commerce para o t-commerce e o conceito de rede social presente em todas as mídias, esse novo formato de tv gratuita tem por objetivo a inclusão digital mundial com conteúdo de qualidade de imagem.

O publicitário Ricardo Godoy, CEO e head de inovação e transformação digital, é o responsável pela criação dessa ferramenta.  De acordo com ele, a inspiração para SOUL TV foi a de buscar novas opções para uma tv do futuro. “Eu observei muitas pessoas falando como esse tipo de televisão seria, mas poucos estavam dispostos a investir tempo, conhecimento e recursos. Tomei isso como uma jornada até conseguir conclui-la”, relata.

Atributos de social TV

Considerada a primeira social tv do mundo, a SOUL TV oferece um recurso exclusivo onde usuários poderão conversar entre si por meio de emoticons. Essa troca de figurinhas torna-se possível com o acesso de e-mails de usuários cadastrados e a entrega dessas  figurinhas aparecem no meio da tela durante a programação.

Recursos disponíveis

Em comparação ao comércio eletrônico atualmente ofertado, a SOUL TV possui um serviço completo e superior aos já existentes, possibilitando a conexão de aparelhos celulares com a tv com apenas um clique e permitindo que empresas disponibilizem um Market place completo no aparelho. “É literalmente uma loja virtual operando 24 horas dentro da casa do consumidor. Uma marca que possuir uma determinada quantidade de lojas físicas terá a possibilidade de disponibilizar cerca de 10 milhões de lojas virtuais que poderão ser acessadas a qualquer momento”, exemplifica Godoy.

Oportunidade de negócios

Com a grade de programação ainda em desenvolvimento, Godoy acrescenta que a plataforma está aberta para a entrada de novos programas. A oferta de programas poderá ser oriunda de canais de tv’s abertas ou a cabo, conteúdo de influenciadores, produtoras que tenham filmes ou séries e até mesmo pessoas que possuam projetos de programação engavetados por conta do alto custo de um canal de tv convencional.

Ganhar para assistir

Por meio de um sistema de recompensas, a SOUL TV pretende disponibilizar aos usuários a opção de receberem parte da verba de anunciantes ao assistirem conteúdos patrocinados. O valor adquirido será adicionado a uma carteira virtual a qual poderá ser utilizada para diversas finalidades. A ferramenta está em implantação e em breve será disponibilizada na plataforma aos usuários.

Números

A Soul por enquanto opera nas smart tv’s da LG, porém em breve estará disponível para os aparelhos Samsung e celulares em geral, está atualmente presente em mais de 150 países com conteúdos voltados a diversos segmentos, totalizando em 30 canais.


O montante de smart tv’s conectadas no mundo é de aproximadamente 1 bilhão de unidades.


Especificamente para os aparelhos LG o alcance mundial está perto dos 250 milhões de tv’s. Já no Brasil estima-se que o número de smarts tv´s seja de 30 milhões, sendo 90% dessa fatia voltada a aparelhos das marcas LG e Samsung.


Em específico para a marca LG a média de aparelhos conectados é de cerca de oito milhões .Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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