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Sorridents faz a maior campanha publicitária de sua história e renova contrato com a estrela Ivete Sangalo

A rede odontológica Sorridents renova contrato com a cantora Ivete Sangalo e acaba de investir por ano R$12 milhões em plano de mídia, que renderá a exibição da marca nas grandes emissoras de canal aberto, meios digitais e offline, a partir de 23 de outubro. A ação coroa os 25 anos de história da rede e contempla comerciais de 30 segundos nos horários de maior audiência, como a abertura no Fantástico, além de veiculações no SBT, Record, Rede TV e Band, que renderá 1.089 inserções no período.
Com estratégia ousada, estimulada pelo sucesso da primeira experiência com a cantora, a campanha ainda conta com ações de merchandising apresentadas no programa Hoje em Dia / TV Record, Mulheres /TV Gazeta, Casos de Família e Domingo Legal/SBT, Brasil Urgente e Jogo Aberto/ TV Band e A Tarde é Sua e Alerta Nacional/ Rede TV, totalizando 110 ações anual.
“Sorriso de primeira é Sorridents”. Este é o mote da campanha que une a busca pela excelência da Sorridents com a reconhecida capacidade de ser feliz do povo brasileiro. A ideia é traduzir o propósito da empresa em oferecer uma ótima saúde bucal para todos, de forma democrática e inspiradora. Ainda, tem por missão mostrar que ir ao dentista pode ser uma experiência prazerosa e vincula o carisma e a alegria de uma das maiores estrelas da música popular brasileira com o cuidado à saúde bucal.
“O povo brasileiro tem esta capacidade inata de sorrir, independente de tantas crises e problemas. Com este gancho, a Sorridents valoriza o sorriso genuíno. Todo mundo neste país merece um Sorriso de 1ª. E a empresa entrega a promessa com uma rede de clínicas e serviços de 1ª. Esta é a mensagem a ser comunicada usando um dos sorrisos mais bonitos e conhecidos do Brasil”, explica Camila Tanza, diretora de marketing da marca. “Somos pioneiros em democratizar há 25 anos a saúde bucal no Brasil. Queremos fazer história com a campanha e levar acesso, autoestima e novos hábitos às pessoas”, complementa.
Criada pela agência Átomo, as peças mesclam criatividade e estratégia. “O sorriso dos brasileiros é a nossa inspiração…”, é assim que “Veveta” começa sua narrativa no filme interagindo com diversos brasileiros. Ao fundo, uma trilha sonora recheada de suingue e que convida o sorriso vir à tona! “Investimos em imagens que caracterizam o país, pessoas de várias culturas e uma trilha sonora cheia de brasilidade para exaltar o sorriso. Com essa estratégia queremos instigar a reflexão sobre a importância de sorrir e, principalmente, cuidar do sorriso”, enfatiza Odilon Machado, diretor da agência Átomo.
Um outro projeto audiovisual, produzido em uma clínica cenográfica, retrata como a Sorridents consegue levar saúde bucal, com os tratamentos mais avançados do mercado e de forma acessível, para todos. Serão três filmes, peças de internet, mobiliário urbano e ponto de venda, trabalhados para as mais de 360 clínicas Sorridents espalhadas no Brasil. O projeto ainda terá por um ano mídia OOH (Out of Home) em São Paulo, fechados com a JC Decaux e Ótima, totalizando 531 faces, Bus Door em 29 cidades paulistas, sobrecapa no jornal Metro e mídia online, incluindo programática, Youtube, Google Ads, social, entre outras.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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