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Sompo Seguros destaca ligações emocionais e ensinamentos de valores em campanha em comemoração ao Dia dos Pais

Para celebrar os Dias dos Pais, a Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo –, apresenta uma campanha em que destaca o real significado de termo paternar: compartilhar experiências, sentimentos e emoções e contribuir com a formação das pessoas como cidadãos conscientes. Para a marca, essa figura é qualquer pessoa que transmita esses sentimentos, pode ser uma mãe solo, um avô ou até mesmo um tio próximo.
Com o mote “Parabéns a todos que nos ensinaram valores”, o filme aborda a importância dos ensinamentos passados e reforça o conceito de que os exemplos adquiridos nas relações construídas na base do afeto e carinho geram cidadãos com atitudes positivas. No roteiro, histórias de pessoas comuns que, em meio ao isolamento social causado pela Covid-19, fazem sua contribuição para que o próximo fique bem.
Entre os exemplos, há o do avô, com quem Julia aprendeu sobre o respeito, o que a fez compreender a importância de cumprir com o isolamento social. Há também a mãe solo, com quem Pedro aprendeu o carinho, que o levou fazer compras para o seu vizinho idoso. “A Sompo Seguros é uma companhia que tem como missão gerar bem-estar e proteção às pessoas. Com essa mensagem, a empresa estende a homenagem feita a todos que cumprem esse papel de nos ensinar valores para a vida. É importante reconhecer o papel transformador das pessoas com quem estamos emocionalmente ligados em nossa formação como cidadãos”, afirma Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros.
Criada pela agência REF+ e produção da Black Door Filmes, a ação ressalta o posicionamento institucional da companhia, o “Você Sempre Bem”, desenvolvido para orientar a comunicação da companhia junto aos diversos públicos com os quais se relaciona e que busca estimular atitudes positivas na sociedade. “A ação tem o objetivo de levar a sociedade à reflexão sobre como os nossos comportamentos podem contribuir com o bem-estar do próximo e, nesse caso, com o desenvolvimento de pessoas com um olhar coletivo, respeitoso e generoso para com os demais”, explica Fernando Grossi, diretor Comercial e de Marketing da Sompo Seguros.
De acordo com Renato Pereira, sócio e CCO (Chief Creative Officer) da REF+, a estratégia buscou sair do lugar-comum e estereotipado de retratar a data apenas com a figura masculina. “Esse filme é uma maneira de homenagear todas as pessoas que assumem a responsabilidade de paternar e que transmitem os seus valores e ajudam na formação de pessoas com mais respeito e amor ao próximo”, complementa.
O plano de mídia engloba filme de 30” com veiculação em TV aberta e ações em mídias sociais.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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