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Soko cria campanha para Melissa

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A Soko, agência independente de earned media do grupo FLAGCX, começa o segundo semestre com uma novidade no seu portfólio: sua primeira campanha internacional.

Produzida exclusivamente para a Melissa, marca de calçados e acessórios do grupo Grendene, a campanha BeExtra&Ordinary foi concebida a partir de uma reflexão sobre o atual cenário mundial. Conteúdos mais reais têm se tornado POP e isso se intensificou durante o isolamento social. Alguém dançando de pijama vira um fenômeno no TikTok, lives na sala de casa com milhares de pessoas assistindo: se antes só o extra tinha espaço, hoje o ordinário também ocupa os holofotes e a campanha é sobre saber abraçar os dois”, conta Raphael Pavan, líder criativo do projeto.

Assim nasceu o conceito BeExtra&Ordinary, usando a estética das redes sociais para brincar com a aparente contradição entre esses momentos, mostramos que os calçados da Melissa podem ser usados por todas as pessoas, seja em momentos super extra ou super ordinários.

Ao som da icônica “One Way or Another“, da banda nova iorquina Blondie, a campanha global criada pela Soko conta com filme produzido pela Fauna, que foi filmado no mês de março, antes do isolamento ser implementado no Brasil. Nele, um casting múltiplo transita por situações diversas e adversas, vivendo altos e baixos com suas Melissas nos pés. Além do vídeo, Melissa traz ainda fotos especiais, com diversas imagens que brincam com a dualidade Extra&Ordinary: de dormir na praça a cochilar na piscina, de um festival de música a um temporal, os cliques trazem, assim como no vídeo, um casting múltiplo e uma linguagem visual inspirada na Geração Z, apresentando os 07 calçados bestsellers da marca.

O lançamento, que acontecerá no dia 20 de Julho, também será explorado digitalmente em plataformas como Tik Tok, WhatsApp e Instagram, contando ainda com a apresentadora Maisa como embaixadora da campanha. BeExtra&Ordinary será comunicada em todas as praças onde Melissa possui operação – são mais de 80 países, em todos os continentes, com mais de 140 lojas no exterior, 330 no Brasil, além de Galerias em São Paulo, Nova York e Londres, e mais de 4.000 pontos de venda no mercado externo.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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