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Skol lança o desafio Sinuquinha vs Snooker e convida Baianinho de Mauá para representar o país em amistoso internacional

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Skol lança o desafio Sinuquinha vs Snooker e convida Baianinho de Mauá para representar o país em amistoso internacional

O novo herói do esporte nacional atende pelo nome de Baianinho de Mauá, conhece? Considerado o bruxo das sinuquinhas de boteco do país, Baianinho se une a Skol para elevar o esporte a um patamar jamais visto. Para a diversão ir mais longe, a marca  apresenta o desafio Sinuquinha vs Snooker, campanha criada pela agência GUT, para trazer os maiores vencedores de snooker da Grã-Bretanha para um amistoso, com o jogo transmitido pelas redes sociais do atleta.

A ideia nada convencional partiu dos consumidores nas redes sociais, que insistem em adicionar alguns esportes, genuinamente brasileiros, em grandes competições. Esporte que não entra em grandes eventos, por falta de competitividade. “Com a campanha Sinuquinha vs Snooker, o Baianinho de Mauá chega para mostrar que há também ídolos consagrados espalhados pelos bares brasileiros. Para a Skol, transformar este herói dos botecos em nosso atleta foi um movimento natural. Somos a cerveja da leveza e da diversão, conceitos que o Baianinho já inspirava em sua legião de fãs”, explica Helena Isaac, diretora de marketing da Skol

O convite para os campeões de Snooker também não será nada convencional. Skol planeja anunciar nas ruas de Londres, cidade com o maior número de campeões da categoria.  Assim que os interessados se manifestarem, o grande duelo será agendado e Baianinho irá lutar pelo ouro.

“Enquanto rolam uma centena de modalidades esportivas do outro lado do mundo, a gente do lado de cá sentiu falta de uma delas que, assim como Skol, é a cara do brasileiro. Skol agora vai elevar a sinuquinha brasileira a outro patamar, colocando ainda mais diversão na equação”, explicam os diretores de criação da GUT Rainor Marinho e Murilo Santos

Fenômeno da sinuquinha, Josué Ramalho da Silva, conhecido como Baianinho de Mauá, tem 46 anos e joga desde os 13. Sucesso absoluto na internet, Baianinho roda o país em busca de adversários a sua altura, exibindo tacadas perfeitas nos diversos modelos de mesas de bilhar. Agora, o Baianinho da Skol espera seu primeiro adversário internacional.

 

FICHA TÉCNICA

Agência: GUT São Paulo

Anunciante: SKOL

Produto: SKOL

Título: Sinuquinha VS Snooker

Duração: 50”

Território: Brasil

ECD: Bruno Brux e Murilo Melo

Creatives Director: Murilo Santos e Rainor Marinho

Creatives: Andressa Cruz, Júnior Santos, Júlia Mota, Lucas Adam e Bernardo Sande

Head of Account:Alessandra Visintainer

Account Director: Francine Pellacani

Account Manager : Joe Richardson e Luiza Richarte

Account Supervisor: João Castro

Account Assistant : Wellington Faustino

Head Of Strategy: Amanda Agostini

Strategy Director: Annahy Laira

Strategy Manager: Julia Garcia

Social Strategist: Talita Fernandes e Marcos Vinicius

Head of Media & Data: Guilherme Cavalcanti

Media Director: Nathalia Oliveira

Media Manager: Bruno Zaza

Media Supervisor: Pedro Dias

Media Coordenador: Dandara Freire

Head of Production: Mariane Goebel

Production Director: Julia Ramos

Producer: Lincoln Braga

Produtora: draftLine Studios

Head Produção Audiovisual: Carol Sales

Direção Executiva: Julia Kannebley

Produtor Executivo: Filipe Atihé

Direção: Rafael Câmara

Diretor de Fotografia: Victor Ponce

Diretora de Arte: Bella Yumi

Diretor de Produção: Marcelo Campos

Efeitos e Produto: Fabiano Caldeira

Supervisora de Pós Produção: Ferzita Leite

Coordenador de Pós: Chico Carvalho

Montador: Aram Avedissian e Rafael Câmara

Color Grade: Renan Chagas

Motion e Composição: Luan Carvalho

Fotógrafo Still: Rodrigo Bacellar

Produtora de Som: SoundPie

Produtor: Sergio Fouad

Atendimento: Camila Madio

Locução: LOUD+

Locutor: Cesar Pereira

Dark Social Team: Draftline/ Soko

Broadcaster Lead: Wilaize Lenud

Broadcaster: Marina Manso

Dark social Leader: Kaerre Neto

Dark Social Specialist: Jonathan Amaral

Creative Data Leader:  Marcelo Diniz

Art Director: Laura Shimada

Project Manager: Victor Fernandes

Aprovação do cliente:

Helena Isaac, Caroline Ferraz, Cibele Nunes, Nathalia Bergstron, Natalia Bueno, Nanci Paiva, Everton Paiva, Pedro Benassi.

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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