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Shure aposta em campanha com Adam Levine, vocalista da banda Maroon 5 para lançamento da linha Aonic de fones sem fio e in-ear

Multinacional trabalha com o astro e o grupo Maroon 5 há mais de uma década utilizando microfones com fio, monitores in-ear e microfones digitais sem fio em apresentações ao vivo e trabalhos em estúdio de gravação
A Shure, empresa líder em fabricação de equipamentos de áudio, com mais de 90 anos de atuação, se uniu a Adam Levine para lançar oficialmente os fones sem fio com cancelamento de ruído Aonic 50 e os fones in-ear sem fio com isolamento acústico Aonic 215.
A multinacional trabalha com Adam Levine e o grupo Maroon 5 há mais de uma década utilizando microfones com fio, monitores in-ear e microfones digitais sem fio em apresentações ao vivo e trabalhos em estúdio de gravação. A próxima evolução dessa parceria se estende a fones voltados a consumidores, que passam a ter acesso ao mesmo áudio Shure de alta qualidade em que tantos artistas como Levine confiam para gravar e apresentar suas músicas ao vivo.
O lançamento inclui uma campanha de marketing multiplataforma estrelando Levine como a cara da nova linha Aonic, ilustrando a tradição da empresa de apoiar artistas que confiam nos equipamentos Shure no palco e no estúdio.
Durante décadas, músicos lendários como Elvis Presley, Beatles, Jimi Hendrix e Aretha Franklin – além de grandes nomes atuais, como Levine, Jennifer Lopez, Luke Bryan e J Balvin – têm confiado nos equipamentos da Shure.
Desenvolvida pela agência VaynerMedia e pela VaynerProduction, a campanha se concentra em vídeos que exibem o sucesso “Memories”, do Maroon 5, remixado por Dillion Francis. O slogan “For Those Who Make Music And Everyone Who Moves to It” (Para Quem é Músico e para Todos que Amam Música, em tradução livre) destaca a conexão que os artistas estabelecem com seus fãs por meio da música que fazem.
“O longo relacionamento de Adam com a Shure e sua popularidade no mundo inteiro o tornam uma escolha natural para trabalharmos com ele nesta campanha”, diz Eduardo Valdes, diretor sênior de Marketing Global de Áudio para Músicos e Consumidores da Shure.
“Essa campanha busca aproximar artistas e fãs, além de captar a emoção e a inspiração que os artistas proporcionam com sua música. Desde as primeiras sessões de gravação no estúdio até o lançamento oficial de um álbum, a Shure está levando seu inigualável som com qualidade de estúdio aos amantes da música por meio dos headphones e fones in-ear sem fio Aonic, que possibilitam a mesma experiência de audição confiável e de padrão internacional aonde quer que você vá.”
Áudio de qualidade para o trabalho e atividades recreativas
Projetados com base em décadas de experiência em áudio profissional, os headphones sem fio com cancelamento de ruído Aonic 50 reúnem em um só produto som sem fio com alta qualidade de estúdio, conforto e durabilidade.
Como primeiro modelo de headphones sem fio da Shure, o Aonic 50 conta com cancelamento de ruído ajustável para ajudar a eliminar distrações e proporcionar uma experiência realmente envolvente com o toque de um botão. Os usuários que quiserem interagir com o mundo sem tirar os fones podem ativar o “modo ambiente” e ouvir sons a sua volta.
Com uma bateria que dura até 20 horas de operação, o modelo pode ser usado por uma semana com uma única recarga. Controles na ponta dos dedos oferecem acesso rápido para atender a ligações, ajustar volume ou pausar a música apertando apenas um botão. Os headphones sem fio Aonic 50 contam com a tecnologia sem fio Bluetooth ® 5, que permite mais estabilidade e tem alcance de até 9 metros. Equipado com um amplificador de fones dedicado e de alto desempenho, o modelo Aonic 50 é compatível com codecs de áudio de uso corrente, como Qualcomm ® aptX ™ , aptX ™ HD, áudio de baixa latência aptX ™ , Sony LDAC, AAC e SBC.
Quando outros equipamentos Bluetooth não estão disponíveis, os headphones sem fio Aonic 50 podem se conectar a fontes com fio que disponham de entradas de áudio analógico de 3,5 mm. Isso garante conexão ininterrupta com qualquer dispositivo, inclusive notebooks para videoconferências.
Áudio confiável, aonde quer que você vá
Desenvolvidos com a mesma robustez oferecida a músicos para monitoramento no palco, os fones in-ear sem fio com isolamento acústico Aonic 215 oferecem áudio impressionante, com som nítido e graves profundos.
Com conforto excepcional e ajuste firme sobre a orelha, os fones in-ear mantêm sua posição mesmo durante as atividades mais agitadas. A tecnologia de isolamento Sound Isolating™ bloqueia ruídos indesejáveis, mas basta pressionar um botão para ativar o “modo ambiente” e ouvir o mundo exterior quando for preciso.
Os fones in-ear sem fio com isolamento acústico Aonic 215 têm bateria com capacidade para oito horas de operação e três recargas adicionais a partir do estojo reforçado de tampa rígida, o que proporciona até 32 horas de uso sem recorrer a uma tomada. Equipado com um amplificador de fones de ouvido de alta qualidade, o modelo Aonic 215 é compatível com diversos codecs, entre eles, Qualcomm aptX, AAC e SBC, além de contar com a tecnologia sem fio Bluetooth 5 para oferecer mais estabilidade e alcance de até 9 metros.
O Aonic 215 tem o mesmo formato modular premiado que dá fama aos fones in-ear isolantes da Shure. Os usuários podem alternar rapidamente entre conexões com e sem fio usando os acessórios adequados. O Adaptador de Ajuste Seguro também pode ser adquirido e transformar facilmente qualquer par de fones in-ear isolantes da Shure – inclusive os modelos SSE846, SE535 e SE425E – em fones True Wireless.
“Graças ao formato modular desse produto, os usuários podem transformar seus fones in-ear sem fio Aonic 215 em modelos com fio em questão de segundos, sem precisar comprar outro par de fones, e dessa forma ter acesso à mais recente tecnologia, seja de cabo ou sem fio”, destaca Matt Engstrom, diretor sênior para categoria de Gestão de Produtos Globais da Shure. “Se você quiser ter a opção de ouvir o som de seu celular ou conectar seus fones a um notebook para uma teleconferência, isso pode ser feito com um simples botão, sem precisar abrir mão do mesmo áudio de excelente qualidade.”
Áudio personalizável com o aplicativo ShurePlus™ Play
Quando os fones são emparelhados com o aplicativo gratuito para smartphone ShurePlus™ Play, os usuários podem personalizar seus níveis de cancelamento de ruído e “modo ambiente”. Disponível para iOS e Android, o aplicativo Play também conta com um reprodutor musical completo com equalizador, compatível com arquivos de música convencionais e de alta resolução.
Além do controle dos recursos, o aplicativo Play permite que os usuários personalizem a tonalidade e comandos de voz para funções importantes, como ligar ou desligar os fones, confirmar sua conexão e bateria com pouca carga.
O aplicativo Play também pode ser utilizado para atualizar o firmware dos fones Aonic 50 e in-ear Aonic 215.O Aonic 50, o Aonic 215 e o Adaptador True Wireless estarão disponíveis para vendas no Brasil nesse semestre na loja online http://www.lojashure.com.br.
Saiba mais sobre Aonic no site: http://www.shure.com/AONICsound
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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