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Sherwa apresenta Diretor de Novos Negócios e Parcerias Estratégicas

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Sherwa apresenta Diretor de Novos Negócios e Parcerias Estratégicas
A Sherwa aplicativo criado para aproximar gamers e facilitar que encontrem outros jogadores para suas partidas online, anuncia a contratação de Danilo Salgueiro. O profissional que possui mais de 15 anos de experiência e atua na indústria de games desde 2014, chega para trabalhar como Diretor de Novos Negócios e Parcerias Estratégicas trazendo toda sua experiência e relacionamento visando desenvolver novos produtos e estratégias tanto em ações para o Brasil e LATAM como na expansão para o mercado norte americano.

Gamer, criativo, empreendedor e investidor, Danilo é graduado em Administração de empresas pela FAAP e com MBA pela Lindenwood University, já tendo atuado em diversas empresas do segmento oferecendo soluções de consultoria, venture capital, logística e tecnologia. Para Danilo Salgueiro, os principais desafios do novo diretor é acelerar parcerias estratégicas e aproximar ainda mais o mercado anunciante das oportunidades dos aplicativos.

“Vi na Sherwa um potencial único, na criação de uma melhor experiência para gamers em seus percalços do dia a dia, um time incrível executando a visão da empresa e sempre colocando o jogador em primeiro lugar e por isso, tenho como meta usar todo meu expertise e rede de relacionamentos adquiridos nesses últimos anos para tornar a Sherwa um player global com sucesso made in Brazil”

A Sherwa foi criada e desenvolvida por três amigos, Luiz Persechini, André Gross e Pedro Vasconcellos, que desenvolveram um jeito prático e rápido para quem gosta de jogar e não quer ficar horas esperando para encontrar outros jogadores para uma partida nos servidores. Só em 2021, a empresa promoveu parcerias com grandes nomes de diferentes mercados, como a Fintech “Z1”, que teve como objetivo introduzir a educação financeira na vida dos adolescentes e mudar a forma como o público gamer, que já nasceu na era digital, lida com dinheiro, e com a com o Hype Games, que ofereceu para os usuários do aplicativo uma loja virtual exclusiva com vários benefícios como descontos na compra de diamantes no Free Fire, jogos da Steam e também cartões da Xbox Live Gold e PS Plus.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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