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Shark Beauty e Marina Ruy Barbosa apresentam novo FlexStyle

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Para celebrar seu primeiro ano no Brasil, a Shark Beauty – marca de beleza do grupo Shark Ninja – lança uma edição especial de aniversário do seu modelador e secador FlexStyle. A novidade chega em uma nova cor, o tom “teal”, que vai além da estética: o produto 5 em 1 marca um novo capítulo da marca no país, unindo tecnologia de performance e estilo para transformar a rotina de beleza das brasileiras. A campanha de lançamento é assinada pela Influência, agência do Grupo HÜK, e tem Marina Ruy Barbosa como embaixadora.

Com o conceito “Único como você. Versátil como a sua rotina pede”, a campanha ressalta uma narrativa que exalta a versatilidade do produto e a pluralidade da beleza feminina. “Minha rotina muda o tempo todo – têm dias que estou em gravação, no outro em uma viagem a trabalho, e às vezes só quero um momento para me arrumar e sair com as amigas. O FlexStyl me acompanha em todos esses momentos porque é prático e entrega um resultado incrível. Com ele, consigo me arrumar de forma rápida e com acabamento profissional, mesmo nos dias e compromissos mais corridos. Ele virou um verdadeiro aliado no meu dia a dia. E essa nova cor teal é simplesmente linda – tem personalidade, é sofisticada e tem tudo a ver comigo. Feliz em ter sido convidada para fazer parte dessa escolha.”, comenta Marina Ruy Barbosa, embaixadora da Shark Beauty Brasil.

Toda a comunicação reforça o posicionamento de Shark Beauty como digital first e referência em inovação na categoria de hair beauty tools no Brasil. A estratégia parte de um olhar atento à comunidade digital já antenada com a marca, composta por consumidoras exigentes, conectadas e que buscam soluções de beleza práticas, sem abrir mão de identidade e estilo.

Com foco no ambiente digital, o lançamento contempla uma colaboração no feed da marca e da Marina e com alguns assets em vídeo, teasers e contagem regressiva nas redes sociais, além de ação de seeding com influenciadores – como Kadu Dantas, Bruna Biancardi e Pétala Barreiros – que integram o squad oficial da marca. O objetivo é gerar conversas genuínas sobre versatilidade, praticidade e performance, pilares da marca desde sua chegada ao Brasil.

“Construímos essa campanha junto com a Marina, respeitando seu olhar, seu estilo e o que ela acredita como expressão de beleza. Mais do que comunicar um produto, nosso objetivo foi criar uma narrativa que refletisse verdadeiramente sua individualidade – e é essa conexão genuína que torna a parceria com a Shark Beauty tão poderosa”, explica Vini Martinez, sócio-diretor da Influência.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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