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Setor de eventos cria plataforma para alinhar boas práticas no ESG

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O setor de eventos caminha para o alinhamento de boas práticas conforme as exigências ESG no Brasil. O ESG Pulse, plataforma criada por especialistas desse mercado, começa a unir e instruir criadores, organizadores e prestadores de serviços para entregas com mais impactos positivos à sociedade e ao meio ambiente. A solução é voltada especialmente a empresas que buscam usar seus eventos para educar seus fornecedores com melhores práticas ESG na entrega de seus serviços.

“Pensamos em uma forma de impulsionar o setor, que economicamente se constitui como uma das maiores potências na economia brasileira e contribui de maneira robusta para o PIB nacional. A proposta é contribuir e inspirar toda a cadeia de valor do setor, por meio da transferência de conhecimento sobre como aliar as entregas, que sempre envolvem criatividade, tecnologia e inovação, para atender com excelência os seus clientes, com as melhores práticas ESG em todos os processos que realiza, tornando-se uma referência de sustentabilidade e inclusão”, afirma o idealizador do ESG Pulse, Helio Brito Jr., que atua no setor de eventos há mais de 30 anos.

Segundo Brito Jr., a ideia da criação da plataforma, que já recebeu investimentos de mais de R$ 620 mil até o momento, é a de convidar profissionais da indústria para serem inspiração com a apresentação de melhores práticas, além de terem sua prestação de serviços repensada e alinhada com os pilares ESG. De acordo com a matriz de impacto da plataforma, o ESG Pulse, em seu estágio gerencial de desenvolvimento, tem o potencial de impulsionar 400 mil negócios locais, envolver 1,2 milhão de colaboradores do setor e aprimorar mais de 4 milhões de serviços prestados.

“Mais do que uma plataforma para coleta, análise e mensuração de práticas ESG para esse mercado, nos posicionamos como um movimento, por isso nosso lema é ‘Push the Pulse!’, pois nos colocamos como um impulsionador de transformação ativa para impactar positivamente clientes, fornecedores, comunidades e negócios locais que estejam envolvidos com a cadeia de valor dos eventos. A ideia é instruir e inspirar organizadores, fornecedores e colaboradores e revisar com cada fornecedor o que eles têm praticado e como podem repensar a prestação de serviços para trazerem impactos positivos para a sociedade e para o Planeta. Vamos transferir conhecimento para toda essa imensa cadeia produtiva, para que o setor de eventos, que já sabe fazer tão bem o que faz, torne-se uma referência de sustentabilidade e inclusão”, acrescenta.

O ESG Pulse é considerado uma iniciativa pioneira no Brasil, já que é a primeira plataforma voltada diretamente para a instrução e alinhamento do setor de eventos. Por aqui, a indústria de eventos impacta, sozinha, mais de 50 setores da economia. Dados relativos ao número de eventos pré-pandemia registram mais de 590 mil eventos sediados anualmente no Brasil segundo o último dimensionamento divulgado pela ABEOC – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, em parceria com o Sebrae. Somente para os eventos de negócios na capital paulista, as expectativas para 2023 preveem impacto de até R$ 18 bilhões na economia da cidade e a participação de 12 milhões de pessoas, segundo a UBRAFE – União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios.

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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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