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Semana do Consumidor do Mercado Livre traz o cliente ao centro e anuncia benefícios especiais

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Inspirado em seus consumidores, o Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, coloca no ar a campanha “Vantagens todos os dias na Semana do Consumidor”, a partir do dia 9 de março. A iniciativa tem como proposta homenagear os milhões de compradores da plataforma, além de apresentar os benefícios que serão ofertados no site, até o dia 21 de março de 2021.

Com assinatura da Agência GUT, o filme de 15 segundos será veiculado em TVs abertas e fechadas. A ação também estará disponível em mídias online – Facebook, Instagram e Youtube – com vídeos de 6’’, e em Out-Of-Home, nas cidades de São Paulo e no Rio de Janeiro.

A campanha destaca os benefícios encontrados pelo consumidor no Mercado Livre, como o novo valor de compras elegível ao frete grátis – que agora é a partir de R$79, parcelamentos em até 12x sem juros, a entrega mais rápida do Brasil e, ainda, descontos que podem chegar a 70% – em produtos das categorias de smartphones, eletrônicos, moda, entre outras. Durante o período, a categoria de Supermercados também terá produtos selecionados com descontos progressivos. Os carrinhos com mais de 10 itens receberão desconto de 10% e 15% para as compras com mais de 15 produtos.

Além das ofertas e as vantagens previstas para a Semana do Consumidor, todos os clientes que fizerem compras no Mercado Livre, no período de 9 e 21 de março, irão receber uma carta assinada pelo Presidente da companhia, Stelleo Tolda. A mensagem tem como proposta agradecer aos consumidores pela parceria e confiança ao longo desses 21 anos de trajetória da empresa.

Assista ao vídeo da campanha “Vantagens todos os dias na Semana do Consumidor”.

Para aproveitar as ofertas e saber mais sobre as campanhas do Mercado Livre basta acessar o site www.mercadolivre.com.br.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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