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Semana de ofertas em São Paulo deve alavancar as vendas no varejo

Entre os dias 22 e 30 de janeiro, na semana do aniversário de São Paulo, terá início a 3ª edição da Sampa Week, período de descontos especiais para o consumidor na capital. Para este ano, a iniciativa se desenvolveu em algo ainda maior e mais diversificado, pretendendo um início de 2022 diferente para lojistas e consumidores.
O movimento extrapola todos os significados de festival ou de feira ao oferecer uma semana inteira de descontos e promoções para estimular o comércio em janeiro — que costuma apresentar baixa nas vendas, especialmente para o varejo –, além de buscar novas parcerias com entidades de diversos setores, como: gastronomia, cultura, turismo e economia.
Após as últimas edições, ocorridas durante períodos mais restritivos da pandemia, o Conselho do Varejo (CDV) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) adaptou a Sampa Week de acordo com as necessidades do comércio e dos consumidores. Sob o mote Sampa Viva, a atual edição busca reativar a economia, o movimento nas ruas e a própria cidade em si, atraindo a população de volta às ruas para vivenciar o que São Paulo tem de melhor.
Para Roseli Garcia, coordenadora do CDV e vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), essa proposta surgiu naturalmente a partir do trabalho de escuta realizado com o público. “Esse desejo de reativar a cidade surgiu organicamente em nossa imersão. Foi uma vontade em comum, que identificamos tanto do lado dos lojistas quanto daqueles que gostam de ir às ruas para fazer compras ou simplesmente para aproveitar a cidade”, afirma. “Essa energia foi o que nos inspirou a inovar na edição deste ano. Por isso, podem esperar uma Sampa Week mais viva do que nunca!”
A busca por renovação da Sampa Week resultou em diversas novidades para o projeto, que agora conta com uma nova marca, novas campanhas e mais benefícios para o lojista. O evento também tem o apoio de dois novos setores: de educação e capacitação e de bancos e financeiras.
A participação na Sampa Week é aberta a todos os lojistas, empreendedores e donos de estabelecimentos interessados, e a edição 2022 também traz novas oportunidades para seus participantes. A inscrição segue gratuita: basta acessar o site da Sampa Week e realizar o cadastro. Ao concluir a inscrição, os participantes terão acesso à presença no site da Sampa Week, um link que leva para o site da loja ou para o perfil de rede social escolhida e um enxoval com materiais exclusivos para divulgação. No entanto, aqueles que desejarem contribuir com a divulgação do evento em troca de maior exposição na mídia podem adquirir diferentes cotas de patrocínio.
O site oficial do evento já está no ar e apresenta todas as informações necessárias sobre sua realização, participação, cotas de patrocínio e muito mais. Além disso, também é possível baixar o book oficial do evento, com tudo que é preciso saber sobre a edição 2022 da Sampa Week. Você pode acessar ambas as páginas no link.
Eventos
UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








