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Santa Helena lança campanha de verão

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De olho na retomada social e na oportunidade de aquecer as vendas, a Santa Helena Alimentos, lança a campanha “Cada um com seu verão, a Santa Helena em todos”. Com mais de 150 opções no portfólio, a empresa tem um snack para cada ocasião e, para estar ao lado do consumidor, trabalhará a campanha de verão em diversos canais de comunicação e reforçará sua presença com os varejistas, pois a estação, que terá uma retomada gradativa de eventos, é uma possibilidade para os lojistas impulsionarem as vendas.

A campanha “Cada um com seu verão, a Santa Helena em todos” também impactará os PDVs com ilhas criativas, a fim de promover uma experiência de compra mais divertida e estimular as compras. Os especialistas da Santa Helena ainda oferecem dicas para auxiliar os varejistas:

–          Aposte em cross merchandising! Amendoim combina muito com momentos de festa e celebração, por isso, coloque esses petiscos próximos à categoria de bebidas, corredor de produtos descartáveis e itens de churrasco;

–          Coloque os produtos posicionados no check out, pois ajuda o consumidor a lembrar que o petisco de amendoim é um ótimo aperitivo para curtir o verão entre amigos e familiares;

–          Invista em ilhas de produtos em lugares “quentes” da loja, isso ajudará o consumidor a encontrar os produtos, gerando uma ocasião de compra não planejada.

Em todas as ocasiões

Os itens da Santa Helena acompanham os consumidores por todos os lados. Para beliscar, na mesa de casa ou durante um churrasco com a família, nada melhor que um Mendorato, o amendoim japonês com qualidade e sabor incomparáveis e líder no segmento. Outra opção para acompanhar um drink ou uma cerveja artesanal, ou mesmo para as festividades de final de ano, é a linha Amíndus, amendoim sem pele, torrado e salgado que pode ser encontrado nas variações bacon, cebola, pimenta com limão, mostarda e mel e sem sal.

Para garantir a energia durante a viagem de carro, ônibus e avião e aproveitar os melhores momentos de diversão, a aposta é a reconhecida e tradicional Paçoquita. Com uma linha completa para todos os gostos e ocasiões, a marca é referência na categoria e tem uma história de inovações, sempre atenta aos desejos do consumidor.

De acordo com a análise da Consumer, Shopper & Retail (In&Out), cerca de 50% do volume consumido do amendoim é feito fora de casa (out-of-home), patamar que já foi de 63% e tende a ganhar ainda mais relevância com o fim das restrições impostas pela pandemia. Breno Carvalho, gerente executivo de trade marketing, destaca que “o verão é o período em que os brasileiros mais se reúnem para festejar e dividir momentos com a família e os amigos. Com o ritmo avançado da vacinação, espera-se que todos consigam retomar a essência de celebrar, deixando tudo ainda mais movimentado”.

Mas a Santa Helena também está presente nas horas de lazer e descanso dos brasileiros. Para aqueles que ficam em casa, maratonando uma série, jogando videogames ou simplesmente relaxando, uma das opções é o Crokíssimo, amendoim crocante disponível em vários sabores. E quem é do time que não descansa da malhação, a pasta de Amendoim First oferece energia e disposição

“É preciso estar preparado para atender todos os clientes e, consequentemente, as diversas necessidades de consumo. A Santa Helena pode ajudar o varejista ou o pequeno comerciante, pois a empresa é uma referência no segmento de amendoim e seus produtos estão sempre entre os mais procurados nas gôndolas”, diz o gerente executivo, que completa: “leve, festiva e alegre, a campanha tem a cara do verão brasileiro e será mais um atrativo no seu ponto de venda”, finaliza Breno Carvalho.

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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