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Samsung reforça #TeamGalaxy com Manu Gavassi

A Samsung anuncia sua mais nova integrante do #TeamGalaxy no Brasil: Manu Gavassi. A cantora, compositora, atriz, escritora, diretora e roteirista chega ao time de influenciadores para expandir a comunicação da recém-lançada linha Galaxy S21 5G¹ nas redes sociais, utilizando sua criatividade para destacar os principais recursos dos novos smartphones.
“Estamos muito entusiasmados com a chegada da Manu Gavassi ao #TeamGalaxy. Além de sua capacidade de comunicação, Manu compartilha com a Samsung o desejo contínuo de inovar e exercer sua criatividade, buscando maneiras variadas de se conectar com as pessoas”, afirmou Giuliano Carneiro, gerente de marketing da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.
No primeiro conteúdo produzido em parceria com a Samsung, Spark e a Mutato, Manu criou um vídeo em que combina diferentes tipos de linguagem (como ilustração e vídeo) para contar que perdeu o antigo smartphone no dia do seu aniversário e que agora integra o #TeamGalaxy. O vídeo foi lançado nesta segunda-feira no perfil da influenciadora no Instagram.
“Estou muito feliz e animada que uma das maiores empresas do mundo está me dando liberdade criativa para ter ideias e contar histórias extraordinárias através dos meus conteúdos. Tenho certeza de que é o começo de uma história linda!”, comentou Manu Gavassi.
A linha Galaxy S21 5G¹ empodera as pessoas para que compartilhem e se conectem facilmente com câmera e vídeo de última geração, novo design arrojado e soluções de conectividade. Além de recursos como gravação em 8K², Single Take (14 formas diferentes)³ e Superestabilizador4, os novos smartphones contam com Visão do Diretor (Director’s View), que permite que você veja câmeras simultaneamente, alterne e selecione a melhor lente para registrar um momento, para capturar vídeos com as câmeras frontal e traseira ao mesmo tempo, e Miniaturas ao Vivo (Live Thumbnails), para ver ou alterar o ângulo, aproximar ou afastar o zoom sem perder nenhum detalhe.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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