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Samsung lança campanha para as TVs QLED 2020: é mais que ver, é sentir

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Já está no ar os filmes da mais nova campanha da Samsung para o segmento de TVs. As peças falam sobre o nível de excelência elevado que as QLED 2020 proporcionam e o quanto os produtos oferecem para aquele consumidor exigente que sempre quer mais e se preocupa com os mínimos detalhes. A linha QLED é feita para quem busca mais do que ver, ela é feita para quem quer sentir.


“As QLED representam o trabalho de perfeição da Samsung para oferecer o mais elevado padrão de qualidade de imagem e som, design e conectividade. Fazer uma campanha que transmitisse esses valores foi um grande desafio e agora estamos orgulhosos com o resultado. É nossa principal ação de marketing para as TVs em 2020 e reflete todas as sensações e o poder que as QLED apresentam ao consumidor”, afirma Patrícia Pessoa, Diretora de Marketing da Divisão de Consumer Electronics da Samsung Brasil.


Os filmes foram idealizados pela agência Leo Burnett e pela produtora Rebolucion. Ao todo, são três vídeos. O primeiro tem 45s e será focado nas sensações provocadas pelas TVs QLED 2020: com elas, o consumidor pode ver mais com os Pontos Quânticos1, que entregam cores mais realistas, ouvir mais, com a tecnologia de Som em Movimento, que faz o som acompanhar os objetos nas cenas, sentir mais com a borda infinita e poder mais com os recursos de conectividade, como o SmartThings2, que permite o controle de outros produtos inteligentes – o aspirador robô VR7200, por exemplo, aparece para exemplificar esse conceito de connected living.
Confira o vídeo no canal da Samsung Brasil no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=BpGdQb3oRts&feature=youtu.be


Esse primeiro filme, na sequência, será apresentado em uma versão mais compacta, de 30s, reforçando as mesmas mensagens. Já o terceiro vídeo da campanha, novamente com 30s, mostrará outros diferenciais das QLED 2020, a TV feita para quem quer mais: dez anos de garantia contra o efeito burn-in3 e a presença de múltiplos assistentes de voz4, como Bixby e Alexa, e do Modo Ambiente 3.05, que permite ao usuário escolher imagens e planos de fundo que se aliam ao design das QLED para oferecer uma decoração sofisticada.

Todas essas características e toda essa busca pelo sentir são transmitidas também pela poderosa trilha sonora dos filmes. A canção “Every Breath You Take”, em uma versão moderna e sensível, ajuda a despertar emoções de um público que cresceu conhecendo a música e que hoje busca as melhores experiências e sensações da vida. Ou seja, tudo o que a QLED pode entregar.
“A combinação de takes e da trilha sonora consegue expressar todo o poder das QLED. Elas são TVs diferenciadas que atendem aos desejos dos consumidores mais exigentes, perfeccionistas e que buscam experiências mais intensas. Cada movimento, cada sensação importa. É um convite para que as sensações estejam sempre afloradas”, destaca Patrícia Pessoa.


Para mostrar que as QLED 2020 proporcionam a melhor experiência ao assistir TVs, a Samsung organizou também ações digitais nessa campanha – em parceria com as agências FBiz e Blinks -, que já estão disponíveis desde o último dia 5. Um hotsite super interativo foi criado para que o consumidor possa conhecer detalhes dos modelos em 360° e analisar reviews feitos pela mídia especializada. Além disso, há um link direto para a loja online da Samsung, que disponibilizou frete grátis para a região Sudeste como forma de reforçar a campanha. Peças de digital, site e vitrines das lojas foram criadas e desenvolvidas para despertar a percepção dos consumidores e mostrar com sensibilidade tudo o que essa categoria de produtos entrega.


Outra maneira de mostrar às pessoas todas as sensações que as QLED são capazes de gerar foi convidando um seleto grupo de influenciadores e celebridades para receber os produtos e testá-los no dia a dia. Rômulo Estrela, Lethicia Bronstein, Patife, Camila Coutinho e Rodrigo & Beta produzirão conteúdos especiais sobre as TVs feitas para quem sempre busca as melhores experiências da vida, se preocupa com os mínimos detalhes na hora de decorar a casa e quer uma nova forma de comandar as atividades do dia a dia.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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