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Samsung anuncia chegada do Galaxy Z Flip no Brasil

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Empresa disponibiliza link para pré-registro aos consumidores brasileiros interessados em mais informações sobre o novo smartphone com tela dobrável

Apresentado pela Samsung globalmente nesta terça-feira (11), o Galaxy Z Flip expande o universo de possibilidades da era de smartphones com telas dobráveis. E, para os fãs brasileiros interessados em receber mais informações sobre a chegada do produto ao mercado nacional, a empresa já disponibilizou um link para pré-registro em seu site, válido até 4 de março. Entre os dias 4 e 10 de março, haverá uma exibição prévia do Galaxy Z Flip em algumas lojas selecionadas, enquanto o início das vendas no País será em 11 de março, com preço sugerido de R$ 8.999,00, em versões ultravioleta e preto.

“A chegada do Galaxy Z Flip ao Brasil reforça a importância do País na estratégia da Samsung. Estamos focados em disponibilizar aos consumidores brasileiros o que há de mais moderno e inovador no mundo, sempre conectado às suas necessidades e busca por soluções de alto nível. O Galaxy Z Flip é um passo fundamental em direção à consolidação de um novo tipo de experiência em smartphones”, afirmou Antonio Quintas, vice-presidente da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Com design elegante e compacto, o Galaxy Z Flip oferece novas possibilidades de experiência ao usuário por meio de sua tela dobrável. Quando fechado, o smartphone cabe na palma da mão, podendo facilmente ser guardado no bolso sem ocupar grande espaço. Ao ser desdobrado, o Galaxy Z Flip se adapta a diferentes ângulos, criando oportunidades para selfies e chamadas de vídeo sem que o usuário precise segurar o dispositivo em suas mãos. Por fim, quando totalmente aberto, um poderoso display de 6,7 polegadas¹ é revelado, possibilitando mais espaço de tela para as funções do dia a dia.

Para obter mais informações sobre o Galaxy Z Flip, visite https://news.samsung.com/br/galaxy ou https://www.samsung.com/br/.

(*) Todas as especificações e descrições aqui fornecidas podem ser diferentes das especificações e descrições reais do produto. A Samsung se reserva o direito de fazer alterações nesta página e no conteúdo aqui contido, incluindo, sem limitação, funcionalidade, recursos, especificações, GUI, imagens, vídeos, benefícios, design, preços, componentes, desempenho, disponibilidade, capacidades e outras informações sobre o produto, sem aviso prévio.

¹ Tela medida na diagonal como um retângulo completo sem considerar os cantos arredondados e o recorte superior. A área real visível é menor devido aos cantos arredondados e ao recorte superior.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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