Empresa
RTB House lança IA para customizar campanhas em vídeo

Quando você está disposto a aprender, qual meio você prefere usar? Alguns preferem as imagens, outros não abandonam os livros, mas de acordo com uma pesquisa da produtora Wyzowl, quase 66% dos entrevistados preferem o vídeo para aprender ou ter contato com um novo produto. Se você acha que este vetor não interfere em nada, a pesquisa te mostra o contrário, já que mais de 84% dos entrevistados confessaram que já foram convencidos a comprar algo ou assinar algum serviço após assistir ao vídeo de determinada marca.
Por isso, a RTB House, empresa de tecnologia focada em deep learning e em inovação de maneira geral, trouxe para o mercado mais uma solução para aprimorar o uso dos anúncios online em vídeo. O ‘Streaming Video Ads’ funciona baseado nas técnicas de deep learning Ai e first-party data, impactando assim mais pessoas no escopo do funil com melhores experiências.
Para este trabalho a ferramenta conta com um alto nível de personalização orientada por dados cada vez mais personalizados por elementos contextuais e um storytelling mais claro do perfil de cada usuário. O Streaming Video Ads consegue apresentar a marca de maneira precisa e chamativa, com anúncios adaptados aos gostos e preferências dos usuários.
“Conseguimos agregar muito valor, por questões de flexibilização e de recomendação, por exemplo, usualmente, as empresas utilizam um ou dois vídeos para fazer uma comunicação para os usuários e, por causa da nossa tecnologia, nós conseguimos gerar até dez mil vídeos. É uma vantagem competitiva que acaba trazendo muitos benefícios para os clientes, já que conseguimos renderizar vídeos com diferentes ofertas, dinamicamente com o que aquele usuário viu, com o que aquele perfil de usuário está interessado e identificamos o comportamento dele nos sites com base em informações contextuais”, explica André Dylewski, country manager da RTB House no Brasil.
Disponível em todos os formatos populares de vídeo para vários tipos de dispositivos, a nova solução garante que os anúncios sejam apresentados nos contextos desejados e seguros, além de analisar os canais por mecanismos de segmentação contextual e de brand safety. E está enganado se você pensa que acaba por aí, para ser ainda mais assertivo em sua comunicação, o Streaming Video Ads também inclui uma diversidade de outros serviços de anúncios oferecidos pela RTB House, como o social banners, Dynamic Display Banners, Snippet Ads e as campanhas in-app.
“Com o deep learning, a gente consegue identificar as nuances do usuário no comportamento dele, e onde ele está exatamente no funil. Então, por exemplo, se ele está em um processo ainda de conhecer uma marca, se ele já está a considerar aquela marca, isso nos permite ter uma avaliação do usuário e entender o que mostrar, em relação a mídia com vídeos, display banners ou outros formatos exclusivos que a gente tem, e onde mostrar”, completa André.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
Empresa
Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.









You must be logged in to post a comment Login